82% DOS JOVENS BRASILEIROS CONTRIBUEM PARA O SUSTENTO DA CASA

Pesquisa mostra que a maioria dos jovens acessa a internet pelo smartphone, se importa com a aparência e carreira e teme a corrupção. Um em cada cinco deseja abrir o próprio negócio

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com jovens entre 18 e 30 anos mapeou as relações sociais, responsabilidades financeiras, o estilo de vida dessa população e o envolvimento com a tecnologia e mostra que oito em cada dez jovens brasileiros contribuem financeiramente para o sustento da casa (82%)., 29% arcam apenas com uma parte sem ser os principais responsáveis, enquanto 27% dizem que são os principais responsáveis pelas despesas. Já os que não ajudam somam 18%, sendo que 11% dizem que além de não possuírem qualquer responsabilidade sobre as despesas, têm as contas pagas pelos pais por falta de renda, com destaque aos com idade entre 18 a 24 anos (16%).

O levantamento também demonstra que mais da metade (51%) dos jovens mora com os pais e 38% dizem morar com companheiro ou cônjuge. Somente 4% moram sozinhos. Com relação ao estado civil, quase metade dos jovens (46%) estão solteiros, 26% são casados e 23% namoram, sendo que 10% moram junto.

Além disso, o estudo revela que 44% dos jovens têm o trabalho com carteira assinada como fonte de renda. Cerca de 25% dos jovens disseram trabalhar informalmente, fazer bicos ou atuar como freelancers para se manter, com destaque às classes C, D e E (28%), e 10% estão fazendo estágio, sobretudo entre 18 e 24 anos (14%). Aqueles que recebem ajuda financeira dos pais somam 10% e os que não possuem renda são 8%.

“Conforme esperado, as pessoas que fazem parte da faixa etária de 18 a 24 anos são mais dependentes dos pais e familiares, em maneira geral. Isso se deve ao fato de estarem em processo de formação acadêmica e/ou desenvolvimento profissional e são, portanto, mais instáveis financeiramente. Por outro lado, jovens que pertencem às classes C, D e E, precisam ajudar no sustento da casa de alguma forma por necessidade de completar o orçamento familiar”, analisa Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Jovem está conectado e maioria acessa a internet pelo smartphone

A pesquisa revela que 89% dos jovens possuem smartphone, com destaque às classes A e B (98%), 80% têm notebook e 72% possuem computador de mesa. Além disso, o smartphone é o principal meio de acesso à rede mundial de computadores (81%), superando notebooks (68%), computadores de mesa (64%) e tablets (25%).

Entre os jovens que possuem smartphone, 98% disseram acessar ao menos um aplicativo diariamente, com destaque para as classes A e B (100%). Aplicativos de mensagens (80%), jogos (49%) e geolocalização (45%) são os mais utilizados.
Já com relação aos principais motivos para acessar a internet, assistir a vídeos (70%), se atualizar (67%), enviar e responder e-mails pessoais (62%) e escutar música (61%) são as prioridades. A pesquisa revelou também que as principais redes sociais utilizadas são Facebook (95%), WhatsApp (93%) e YouTube (91%). Para 72% dos jovens que acessam as redes sociais, o principal motivo é manter contato com os amigos, seguido de distração (67%) e contato com a família (60%).


Aparência, lazer e saúde são muito importante para jovens

O estudo do SPC Brasil e da CNDL também investigou a relação dos jovens com a aparência, lazer e saúde. Quase todos os entrevistados (98%) afirmaram cuidar da saúde, sendo que exercícios físicos (47%), alimentação balanceada (39%) e ser feliz e pensar positivo (33%) são as principais práticas para se manterem saudáveis. Caminhada (51%), musculação (49%) e corrida (35%) são as principais atividades entre os jovens que praticam exercícios.

Em relação aos cuidados para se sentirem mais bonitos e confiantes, 98% dos jovens também possuem algum hábito, com destaque às mulheres (100%). Cuidado com os dentes (47%), aquisição de roupas, sapatos e acessórios (47%) e atividades físicas (44%) são as principais atividades adotadas.

De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, os dados mostram que o mercado de consumo dos jovens tem grande potencial. “Os jovens demonstram ser bastante preocupados com aparência e saúde. Portanto, é importante que os empresários com foco neste público diversifiquem sua oferta de produtos e serviços nessa área”, avalia Marcela Kawauti.

O lazer é algo importante para todos os jovens entrevistados. O que eles mais fazem nas horas vagas é navegar na internet (69%), ouvir música (61%) e ver televisão (53%). Atividades que demandam gastos, como cinema, viagens, bares, baladas e restaurantes ou eventos culturais são realizadas principalmente pelas classes A e B, segundo o levantamento.

Jovens se preocupam com a carreira e querem adquirir imóvel no futuro. Corrupção e saúde estão entre os maiores temores

Quase a totalidade dos jovens entrevistados afirmam ter planos para os próximos cinco anos. A maioria está relacionada à carreira: 29% querem se formar na faculdade, 28% desejam estabilidade no emprego e 27% esperam ter boa carreira profissional. Outros 24% ainda têm a intenção de adquirir um imóvel.

Os jovens consideram que após os 30 anos serão adultos realizados se tiverem seu próprio imóvel (30%), forem felizes na profissão (28%) e tiverem tempo livre para fazer o que gostam (26%).

Quase todos os jovens entrevistados (99%) disseram ter preocupações com relação ao futuro, sendo as principais: não ter saúde física (29%) ou depender de outras pessoas por causa de doença (24%); não trabalhar naquilo que gosta (29%) ou não ter dinheiro para sustento próprio (24%); e também preocupações mais gerais, como corrupção (25%) e perspectivas de crescimento econômico do país (24%).

Um em cada cinco jovens tem planos de abrir o próprio negócio

Com acesso mais facilitado à informação, os jovens estão conhecendo mais sobre empreendedorismo e novos modelos de negócio. 22% dos jovens têm como desejo abrir a própria empresa nos próximos cinco anos. Além disso, 22% também dizem que se sentirão realizados após os 30 anos se tiverem uma empresa. Vale ressaltar que, hoje, 7% dos jovens são empresários, com destaque entre os 25 e 30 anos (10%) e pertencentes às classes A e B (16%).

“O acesso amplo à internet traz ao jovem brasileiro mais informação sobre a cultura do empreendedorismo, gerando interesse em novos modelos de negócios como, por exemplo, as startups. Além disso, a crise econômica pode impulsionar esta busca pelo próprio negócio, uma vez que os jovens precisam encontrar alternativas para permanecer no mercado de trabalho sem depender do emprego com carteira assinada”, destaca Marcela Kawauti.

Metodologia
Foram entrevistados 601 jovens com idade entre 18 e 30 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro no geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

15 ferramentas de marketing digital que todo empreendedor precisa conhecer

Utilizando-as, o empreendedor será capaz de acompanhar a performance dos canais digitais, gerenciar metas, otimizar a dinâmica da sua equipe e gerar insights

Buzzsumo, RD Station, Google Analytics… Ferramentas não faltam para profissionalizar sua estratégia de marketing digital. Mas, entre tantas que existem no mercado, quais são as mais eficientes? Confira a lista!

Entre 2015 e 2016 o número de soluções tecnológicas focadas em marketing cresceu 87% de acordo com o estudo Marketing Tecnhology Landscape 2016. Esse aumento segue a evolução exponencial do marketing digital, mas também deixa mais complexa a tarefa de empreendedores e de seus times nessa área de identificar e implementar ferramentas que atendam às dinâmicas do mercado e os objetivos do negócio.

Para ajudar neste desafio, selecionamos 15 ferramentas de marketing digital essenciais para alavancar negócios e aumentar a presença digital. Utilizando-as, o empreendedor será capaz de acompanhar a performance dos canais digitais, gerenciar metas e KPI’s (indicadores-chave de desempenho), otimizar a dinâmica da sua equipe e gerar insights valiosos com base em fatos e dados.

Google Analytics

O Google Analytics é a ferramenta gratuita mais utilizada pelos profissionais de marketing digital. Ele tem como principal objetivo monitorar o tráfego de um site, e-commerce ou aplicativo.

Dentro da plataforma é possível analisar relatórios-padrão e também customizar os dashboards de acordo com a necessidade do seu negócio. Além dos dados referentes à experiência do usuário, ele também fornece informações proprietárias do Google sobre a audiência, como idade, gênero, interesses, afinidades e segmento de mercado.

Veja abaixo algumas informações disponíveis:

· Visitas — Número total de visitantes, páginas por sessão e tempo da visita;
· Origens de tráfego — De onde estão vindo os acessos do site (direto, orgânico, mídia paga, redes sociais, referência e outros);
· Metas — Quais foram as metas alcançadas e suas respectivas origens;
· E-commerce — Como está o desempenho da sua loja virtual;
· Marketing — Quais são as campanhas de marketing que geram melhores resultados;

SimilarWeb

Com o SimilarWeb é possível analisar dados de tráfego de qualquer site ou aplicativo. Com estas informações é possível realizar um benchmark da concorrência, identificar novos competidores, descobrir novos mercados e mapear tendências.

Eles coletam diariamente 5 bilhões de eventos que são categorizados e higienizados, ou seja todos os dados considerados ruins ou com problemas são excluídos. Entre as informações disponibilizadas gratuitamente estão:

· Overview: Total de visitas, engajamento, origens de tráfego
· Audience Interests: Categorias e Tópicos;
· Search: Percentual de tráfego orgânico, palavras orgânicas e pagas;
· Social: Percentual de tráfego por rede social;
· Display Advertising: Percentual de tráfego de anúncios Display e share de canais;
· Similar: sites e aplicativos semelhantes;

Google Search Console

O Google Search Console é uma plataforma gratuita para monitorar e preservar a presença de um site nos resultados de busca do Google. O Search Console oferece um dashboard completo com muitas informações importantes,que impactam diretamente no desempenho da página quando o foco é ranqueamento no mecanismo de busca do Google.

Abaixos estão as principais informações do Search Console para realizar uma auditoria de SEO:

· Aparência de pesquisa (Search Appearance): Como o Google está lendo cada parte das páginas — títulos, descrições, imagens etc.;
· Tráfego de pesquisa (Search Traffic): O que as pessoas estão procurando no Google que as leva a clicarem (ou não) no seu site;
· Índice do Google (Google Index): Como está o desempenho do Google em indexar as páginas do seu site e identificar as palavras-chave que mais aparecem;
· Rastreamento (Crawl): Quais são os problemas robôs do Google estão tendo na hora de vasculharem as páginas do seu site em busca de conteúdo relevante;
· Problemas de segurança: Notificações de problemas de segurança detectados em seu site;

Para entender com mais profundidade cada item,a Cristine Basso, consultora de Marketing da Resultados Digitais fez um post detalhado sobre estes pontos.

Hotjar

Para melhorar a experiência do usuário de um site é importante monitorar as interações dos usuários com todos os elementos da página. A ferramenta Hotjar oferece um pacote completo para mapear a jornada do consumidor dentro do site:

· Heatmaps: mostra por onde os visitantes passaram o mouse na tela;
· Clickmaps: indica as áreas onde os visitantes mais clicaram em seu site;
· Scrollmaps: mostra a profundidade de rolagem do mouse dentro de uma página;
· Visitor Recordings: grava a sessão do usuário em vídeo acompanhando o movimento do mouse e cliques.
· Feeback Poll: enquetes com perguntas sobre o conteúdo e pesquisas de satisfação como por exemplo NPS (Net Promoter Score);
· Test User: seleciona usuários para realizar testes de experiência e design;

Com essas informações é possível priorizar mudanças de layout, otimizar as taxas de conversão, criar experimentos, melhorar os CTAs (call-to-action) dentre outras ações.

Google Tag Manager

Implementar e administrar tags de acompanhamento de diferentes ferramentas de monitoramento pode ser uma missão complexa e normalmente envolve o time de TI. Para centralizar e simplificar a gestão destas tags o Google criou o Tag Manager.

Com esta ferramenta, qualquer profissional que tenha acesso à plataforma pode adicionar ou alterar tags sem ter que acessar a linha de código do site. O Tag Manager aumenta a agilidade e autonomia do time de marketing, possibilitando atualizações de scripts no site em tempo real de maneira centralizada e segura.

Canva

Uma excelente ferramenta gratuita de design. Os principais diferenciais do Canva são a sua interface intuitiva, as inúmeras opções de layout e customização dos templates. Ele permite também que o time colabore com sugestões pontuais, tornando o processo de aprovação e compartilhamento dos criativos menos burocrático e mais rápido.

Abaixo estão alguns templates que o Canva oferece:

· Posts para Redes Sociais (Facebook, Pinterest, Instagram, Twitter, Google +);
· Infográficos;
· Newsletters;
· Gráficos e muito mais.

RD Station

A RD Station é uma plataforma completa de automação de marketing, com todas as funcionalidades necessárias para automatizar os processos de uma estratégia de Marketing Digital. Ele possibilita às empresas atrair visitantes ao site, transformar visitantes em oportunidades de negócio, relacionar-se com esses potenciais clientes, fechar vendas e analisar o ROI (retorno sobre investimento) de cada canal.

Um ponto muito forte desta ferramenta é a funcionalidade dedicada à inteligência de negócios, que permite entender quais canais e campanhas estão trazendo mais retorno e como está o desempenho geral dos negócios, possibilitando uma melhor tomada de decisão no futuro.

Entre as funcionalidades disponíveis no RD Station estão:

· Dashboards;
· Planejamento de projetos (Planos de Sucesso);
· Análise de SEO;
· Landing Pages, formulários e pop-ups;
· E-mail Marketing;
· Automação de Marketing;
· Gerenciamento e segmentação de contatos;
· Qualificação de contatos (Lead Scoring);
· Inteligência de negócios (Marketing BI);

Buzzsumo

O BuzzSumo é uma ferramenta muito eficaz para identificar os conteúdos que melhor performaram nas redes sociais sobre um determinado assunto. A dinâmica é bem simples: digite o tópico a ser analisado na barra de busca, e o aplicativo retornará os conteúdos com maior número de compartilhamentos gerais e também separados pelas principais redes sociais.

Para tornar a busca ainda mais assertiva, o BuzzSumo possibilita filtrar os resultados por data, linguagem, país, domínio e tipo de conteúdo. Além da pesquisa, ele também oferece um quadro com tendências em tempo real que também podem ser filtrados por temas como negócios, tecnologia, notícias, entretenimento, vídeos e personalizado.

Analisando os conteúdos mais compartilhados, é possível identificar correlações entre palavras-chave, tipo de linguagem, títulos, descrições, profundidade, dentre outras informações que podem auxiliar na produção ou otimização de conteúdos sobre determinado com base em dados atualizados em tempo real sobre o engajamento dos usuários em diversas plataformas.

Keyword.io

A Keyword.io é uma ferramenta que ajuda a descobrir quais são as palavras e termos que as pessoas estão digitando nos principais mecanismos de busca (Google, YouTube, Bing, Amazon e App Store). Ela utilizada os resultados do Google Autocomplete para gerar centenas de sugestões de palavras long-tail.

Para otimizar a busca é possível adicionar palavras-chave negativas e, desta maneira, filtrar termos que não agregam valor para análise em questão. Outro recurso interessante é a lista de perguntas, ou seja a ferramenta consegue identificar quais são as questões mais frequentes sobre um determinado tópico.

Esta é uma ferramenta simples mas poderosa que pode contribuir para diferentes áreas do Marketing Digital como mídia paga, produção de conteúdo e SEO.

Slack

O Slack é um software de comunicação corporativa que permite a criação de canais que podem ser divididos por times, projetos, tópicos ou qualquer assunto que seja relevante e necessite de um canal específico como por exemplo um fórum de gestão de crise.

Um ponto forte do Slack, além de fortalecer a comunicação entre as equipes e organizar as informações e arquivos,são as integrações. Ele permite a conexão com diversos aplicativos como ferramentas de gerenciamento de tarefas, redes sociais, Google Drive, Dropbox, etc.

Esta solução é interessante porque as conversas internas ficam bem mais organizadas e os arquivos mais fáceis de serem encontrados, uma vez que a pesquisa interna é robusta e rápida.

Trello

Grande parte das iniciativas de marketing digital é multidisciplinar e envolve diversas pessoas e áreas, por isso fazer o planejamento e a gestão de todos os processos que estão em andamento é uma tarefa muito difícil. O Trello pode ajudar nesta missão. Ele é uma ferramenta colaborativa para organizar projetos em quadros, conceito semelhante à metodologia Kanban.

A simplicidade do Trello é o segredo do sucesso, ele possui diversos recursos para gerenciar não só os projetos em andamento como o desempenho da equipe como um todo. Por meio da análise dos quadros, cartões, etiquetas e checklists, gerenciar e atualizar os prazos e status de cada projeto é uma tarefa simples e intuitiva.

O Trello possui um sistema bem eficiente de notificações via e-mail, basta começar a seguir um quadro para receber todas as atualizações em tempo tempo. Também é possível criar times e delegar tarefas, compartilhar arquivos e filtrar os quadros por palavra-chave, status, tag, etc.

Ele também disponibiliza um aplicativo para que você possa acompanhar os projetos onde estiver. Para entender melhor como funciona a gestão de projetos de marketing digital por meio do Trello, leia o artigo do Ícaro Iasbek no blog da plataforma.

Hootsuite

O Hootsuite é uma ferramenta criada para otimizar e automatizar o engajamento nas redes sociais. Em um único painel é possível gerenciar as contas de todas as redes sociais da empresa, monitorar menções, responder comentários, agendar posts e acompanhar palavras-chave importantes para o negócio, com o objetivo de encontrar novos leads e engajar influenciadores no mundo das redes sociais.

A ferramenta disponibiliza soluções para:

· Analisar dados das redes sociais;
· Engajar a audiência;
· Publicar e agendar posts em vários canais;
· Monitorar palavras-chave e gerar insights;
· Criar fluxos de aprovações;
· Permissões específicas para cada nível de usuário;

O Hootsuite permite o gerenciamento completo dos canais sociais o que facilita a rotina do empreendedor ou do seu departamento de Marketing.

Unbounce

Criar uma landing page para divulgar um determinado produto ou serviço é uma estratégia de sucesso para gerar leads e capturar informações relevantes para o negócio. A missão da Unbounce é democratizar a construção de landing pages e aumentar suas taxas de conversão.

Com a Unbounce qualquer pessoa é capaz de criar uma Landing Page. A plataforma é intuitiva, e a maioria de suas funcionalidades é baseada na tecnologia de arrasta e solta. Portanto, para criar uma página basta arrastar e soltar os elementos como caixas de texto, imagens, formulários, videos, botões e muito mais.

Eles também oferecem ferramentas para otimizar as conversões dentro da página como pop-ups, teste A/B de conteúdo, textos dinâmicos que conversam com os anúncios que direcionam os usuários a landing page e formulários customizáveis.

Além destas funcionalidades o Unbounce integra com ferramentas de gerenciamento de conteúdo, CRM, automação de marketing e e-mail marketing. Estas integrações são importantes, porque elas reduzem os esforços para unificar e consolidar a análise de dados em um único sistema manualmente.

Mailchimp

O Mailchimp é uma ferramenta de e-mail marketing simples e fácil de configurar. Sua plataforma é bastante intuitiva e suas funcionalidades atendem tanto às necessidades de um pequeno negócio quanto às de empresas com um grande volume de disparos e réguas de relacionamento complexas.

Dentre os principais recursos estão:

· Plataforma para criação de e-mails (conceito arrasta e solta);
· Templates de e-mail personalizáveis;
· Segmentação avançada de assinantes;
· Automações com base no comportamento do usuário no site;
· Relatórios que podem ser compartilhados com o time;
· Aplicativo para gerenciar suas campanhas;

Sumome

Gerar tráfego relevante e converter usuários em leads são grandes desafios para os profissionais de marketing digital. O Sumome ajuda nestas duas tarefas:para aquisição de leads ele oferece pop-ups, scroll boxs, smart bars e formulários de contato. Para aumentar o tráfego do site as opções são compartilhamento de imagens e conteúdos em redes sociais.

Algumas das funcionalidades que tornam o Sumome uma ferramenta poderosa são:

· Teste A/B de imagens e mensagens;
· Inserção de campos personalizados;
· Dashboard dentro da própria plataforma;
· Segmentação de público avançada (origem de tráfego, página, dispositivo, local, parâmetros na URL, hashtags…) ;
· Possibilidade de inserção de códigos de acompanhamento de conversão;
· Regras de exibição de acordo com o comportamento (tempo no site ou ação);
· Integrações com diversas ferramentas de CRM e Marketing Digital;

 

Fonte: Administradores

Como economizar na compra do material escolar

A lista de produtos para o ano escolar é grande, mas dá para se organizar financeiramente e gastar apenas o necessário. Saiba como

Já no fim do ano Marcela Carreto começava a se preocupar com a extensa lista de material escolar: novos livros, canetas, borracha, uma infinidade de cadernos, entre outras exigências da escola de Eduardo, hoje com 10 anos. Mas há dois anos ela resolveu fazer algo a respeito. “Pedi a lista com antecedência ao colégio e comecei a pensar em maneiras de gastar menos. Depois de pesquisar muito e conversar com algumas mães, as coisas começaram a ficar mais claras. Até um grupo colaborativo no Whatasapp, que só cresce, eu criei”, conta.

No caso dela, foram necessários alguns anos gastando muito — e se planejando pouco — para aprender a lição, mas a verdade é que a lista de material escolar merece atenção e dedicação. “Pesquisar, pensar em alternativas para alguns itens e não se deixar levar por desejos infantis e objetos de marca são algumas premissas básicas”, aconselha a mãe. Abaixo, o passo a passo completo para você enfrentar as compras escolares sem traumas:

1 — Se antecipe

Assim que tiver a lista em mãos, comece a se organizar. Outra opção é pedir a lista de materiais para o colégio e pedir a antecipação dos livros que serão usados, por exemplo. Que tal fazer isso ainda em dezembro? Com tempo, você consegue pesquisar e avaliar o que realmente precisa comprar. Para isso, siga 3 pontos importantes no planejamento:

  1. Veja na lista o que realmente precisa ser comprado. Estojo, kit de lápis colorido, fichário, mochila não podem ser reutilizados? Avalie os itens e foque nas prioridades.
  2. Depois, separe da lista o que você pode conseguir sem gastar: livros que podem ser emprestados, por exemplo.
  3. Pesquise preços em sites e lojas físicas.
  4. Tente adiantar as compras para fugir do reajuste de preços que acontece no início do ano.

2 — Xô, preguiça!

Sim, não tem jeito. Você vai precisar pesquisar. O motivo? A grande diferença do valor do produto em diferentes lojas, que pode gerar uma economia significativa. Segundo levantamento do Procon, realizado no início de 2016, a variação de preço de cada item é assustadora. Uma borracha, por exemplo, pode variar até 420% de um local para outro. Por isso, é importante, depois de uma boa pesquisa de preços, ficar de olho, também, nas ofertas de sites e lojas físicas. Para isso, atente-se à aba aba “papelaria” que muitos sites disponibilizam.

3 — Invista no atacado

Como todo mundo já sabe, comprar por atacado sai muito mais em conta do que comprar apenas um item. Mas então a solução é sair comprando 20 canetas, 15 borrachas e 5 cadernos iguais? Não. Mas talvez seja hora de você fazer amizades no colégio das crianças para fazer um grupo de pais com interesses comuns, de forma que seja vantajoso sair para fazer compras em turma na loja que vende atacado. Caso você não conheça nenhuma, busque na internet.

4 — Use a onda colaborativa a seu favor

Aproveitando as compras em turma, que tal fazer como a Marcela e criar um chat no Whatasapp com as mães dos colegas do seu filho? Outra opção é ampliar a ideia e criar um grupo de troca no Facebook. Lá, você pode chamar as mães das crianças de outros anos e expandir a ideia do escambo escolar. Além de livros, você pode trocar jogo de canetas coloridas, material extra que a escola pede e até uniforme. Aproveite essa liderança paraexpandir ainda mais a ideia e promover uma troca de livros didáticos. Segundo o Manual Procon, a melhor maneira de economizar na compra de materiais escolares é não gastar com os livros. Outra ótima opção é procurar esse tipo de material em sebos.

5 — Economize, mas não se esqueça da qualidade

Avalie bem a diferença entre produtos baratos e produtos ruins. Antes de investir na marca que você nunca ouviu falar, pesquise sobre ela. “Quando eu comecei a querer economizar muito acabei comprando produtos de má qualidade e tive que refazer algumas compras. A mochila do Eduardo, por exemplo, tinha uma alça muito dura que machucou as costas dele. Depois disso, aprendi que o barato pode sair muito caro. É preciso ficar de olho na qualidade do produto também”, conta Marcela.

6 — Vá às compras sem as crianças

Normalmente, a criançada adora comprar tudo novo, mas toda mãe sabe, também, que a animação existe por conta do momento, do impulso de escolher tudo novo. E aquele estojo da Elza, do Frozen, não é, necessariamente, fundamental, certo? Por isso, evite levar os filhos junto com você na hora de comprar. Se, por exemplo, a mochila dele está muito velha e já precisa ser trocada, reserve apenas esse momento para levá-lo junto com você. Mas o resto do material exige foco e controle emocional.

7 — Questione

Você sabia que a escola não pode exigir que você compre produtos de higiene pessoal ou limpeza, por exemplo? De acordo com a Proteste, a exigência desses itens é vedada desde 2013 por uma lei federal. Por isso, sempre questione a lista escolar caso você tenha dúvidas. Às vezes alguns colégios exageram um pouco nos pedidos e na extensa lista.

8 — Atente-se a forma de pagamento e a pechincha

Depois de conseguir os melhores preços e fazer trocas inteligentes, planeje-se para pagar o material escolar sem se descontrolar financeiramente. “O ideal sempre é pagar tudo à vista, mesmo porque, é mais fácil conseguir algum desconto na negociação”, alerta José Vignoli, educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz. Para isso, é importante se planejar. “O ideal é se programar ao longo do ano para, na hora de fazer as compras do material escolar, o dinheiro para pagamento à vista já estar separado”, alerta Marcela Kawauti, economista do SPC Brasil. Caso isso não tenha acontecido, é importante conseguir os melhores valores e calcular quanto pode pagar por mês para poder parcelar sem se desestabilizar.

9 — Organize-se!

Primeiramente, na hora de comprar o material escolar é importante ter em mente que no começo do ano outras despesas aparecem. Entre elas: IPTU, IPVA e gastos com as festas de fim de ano. Por isso, é preciso se organizar bem. “As despesas que devem ser pagas são muito próximas e exigem uma boa organização financeira para garantir saúde financeira no início do ano”, alerta Marcela Kawauti. Uma boa opção é usar seu Décimo Terceiro para essa organização

Em segundo lugar, lembre-se de se organizar desde já para que, no próximo ano, você consiga comprar o material escolar com mais tranquilidade. “Faça as contas e comece a guardar dinheiro agora mesmo. Assim, o material escolar de 2018 poderá ser comprado à vista e sem dor de cabeça”, aconselha a economista.

10 — Não tenha vergonha de pedir descontos

Afinal, você está comprando um volume grande de coisas. “Mais um motivo para você sempre fazer compras com outras mães. Quanto mais material você levar, mais descontos você ganha”, alerta, Marcela.

11 — Fique atento ao uniforme da criançada

Uma dica extra que pode ser valiosa é ficar atento à conservação das roupas que as crianças usam no colégio e tentar fazer trocas inteligentes. “Não temos como fugir dos valores, normalmente altos, das roupas que as crianças e adolescentes usam, mas podemos conservar as peças que compramos”, alerta Marcela. Abaixo, algumas dicas valiosas:

  • Deixe algumas peças apenas para Educação Física. Normalmente, nessas aulas as crianças acabam estragando mais as camisetas e calças. Se o colégio possui mais de uma opção (por exemplo, calça de moletom e calça de lycra ou camiseta de tecido e camisa polo) utilize as mais simples para esses momentos e guarde as mais caras para aulas comuns.
  • Se seu filho é pequeno e troca rápido de roupa, tente doar aquelas que ele perdeu e ainda estão em bom estado. Em contrapartida, busque mães que fazem o mesmo.
  • Se seu filho não está mais crescendo tão rápido, fique de olho na conservação das peças que comprou.
  • Verifique a etiqueta para saber como lavar as peças.Na máquina, sempre prefira o modo delicado, que protege mais as roupas.
  • Para remover manchas, ao invés de usar alvejante, prefira produtos específicos que prometem fazer esse serviço de tirar as manchas. Eles são mais caros, mas garantem mais durabilidade para roupa.
  • As crianças, principalmente adolescentes, adoram transformar o uniforme. Mas verifique com a escola o que é permitido para não correr o risco de inutilizar uma peça.
  • Oriente seus filhos para que eles tomem cuidado com os uniformes. Eles, claro, não vão deixar de brincar, mas podem evitar chão áspero, chuva e lugares sujos.
  • Quando eles chegarem em casa, faça com que eles tirem o uniforme imediatamente.
  • Por fim, guarde os uniformes em gavetas arejadas.

58% DOS INVESTIDORES DESCONHECEM AS MELHORES TAXAS DE RETORNO DO MERCADO

Principais finalidades entre quem tem investimentos são imprevistos e reserva financeira em caso de desemprego. Poupança ainda é o mais comum entre os brasileiros

Aversão a perdas, desinformação, falta de disciplina? É difícil saber o motivo exato pelo qual muitas pessoas ainda investem pouco e desconhecem as modalidades mais rentáveis. O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) buscou conhecer os hábitos e as preferências do brasileiro no momento de poupar. A pesquisa mostra que 58% dos poupadores não sabem quais são os investimentos com as melhores taxas de retorno — percentual que aumenta para 66% entre as mulheres e 63% entre os pertencentes às classes C, D e E. Em contrapartida, 42% garantem saber.

De acordo com o levantamento, a poupança ainda é o investimento mais recorrente entre os entrevistados, citada por 61%, a média de tempo que possuem é mais de 3 anos, o valor médio acumulado é de R$ 2.152,00 e o principal motivo para escolher é liquidez, ou seja, a flexibilidade de uso quando necessário (38%).

As demais modalidades apresentam participação significativamente menor: os imóveis (18%, com queda de 10,6 pontos percentuais em relação a 2015, chegando a 34% entre os brasileiros das classes A e B), a Previdência Privada (13%, com aumento de 3,9 p.p em relação a 2015) e os Fundos de Investimento (9%, com aumento de 3,6 p.p em relação a 2015). Outros produtos também tiveram crescimento desde o último levantamento, mas ainda estão longe de ser populares, como é o caso do CDB (5%, com aumento de 3,4 p.p em relação a 2015), Bolsa de Valores (3%, com aumento de 2,8 p.p em relação a 2015) e LCI (3%, com aumento de 2,3 p.p em relação a 2015).

Segundo o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli, “muitas pessoas escolhem a poupança como investimento, mas seu retorno é baixo. É válido buscar por informações para fazer aplicações com retornos mais rentáveis e que também são seguras, como o Tesouro Direto e os Fundos de Investimento”.

Quando recebem dinheiro extra, como bonificações ou PLR (participação nos lucros e resultados), três em cada dez pessoas ouvidas costumam economizar (30%), enquanto 26% quitam dívidas para organizar a vida financeira e 8% fazem compras. 16% dos entrevistados disseram nunca receber estes benefícios.

 

Imprevistos e reserva financeira são as principais finalidades dos investimentos

Considerando os entrevistados que possuem investimentos, os dados mostram que a principal finalidade são os imprevistos como doença ou morte (25%), seguida do desejo de constituir reserva para o caso de ficar desempregado (23%), garantir um futuro melhor para a família (22%) e viajar (20%, com aumento de 11,4 p.p em relação a 2015 e chegando a 33% entre os mais velhos e 31% nas classes A e B). Na hipótese de algum imprevisto, como perda do emprego ou problema de saúde, 37% se manteriam por menos de três meses.

O estudo mostra ainda que quatro em cada dez poupadores ouvidos não possuem frequência certa para realizar novos depósitos e investimentos (42%), enquanto 30% o fazem mensalmente. Em média, os depósitos e investimentos são feitos em 5,4 meses do ano.

Praticamente a metade dos que tem algum tipo de investimento garante não saber o quanto conseguiu poupar no mês anterior à pesquisa (47%), ao passo em que 26% admitem não ter poupado nada. Dentre os que declararam valores, a média é de R$ 360,91, aumentando para R$ 540,42 entre as classes A e B.

Entre os brasileiros que não possuem qualquer tipo de poupança ou investimento (35%), a justificativa mais recorrente para não poupar é a falta de dinheiro (40%), seguido pela falta de esperança de conseguir juntar um bom valor (29%) e não ter disciplina para juntar dinheiro (19%).

 

Conta corrente, cartão de crédito e poupança são os serviços bancários mais contratados

A pesquisa procurou conhecer os produtos, investimentos e serviços financeiros mais utilizados pelos brasileiros e a conta corrente foi a mais popular, citada por 67% dos investigados. Em seguida aparecem o cartão de crédito (63%), a poupança (61%) e o plano de saúde (40%). De modo geral, os entrevistados mais velhos e os que pertencem às classes A e B apresentam percentuais maiores em praticamente todos os itens.

Quatro em cada dez entrevistados (40%) afirmaram precisar de um bom serviço financeiro, independente do perfil das instituições, seja tradicional ou fintechs. O levantamento mostra que 11% têm seus investimentos em start-ups e fintechs, aumentando para 18% entre os mais jovens. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, as fintechs ainda são novidade para a maioria dos brasileiros, o que justifica a baixa adesão. “Muitas pessoas não conhecem esses serviços, ainda que entre os mais jovens perceba-se maior aceitação”, analisa. “De qualquer modo, trata-se de um segmento em expansão, com usuários atraídos pelo potencial alto rendimento, pela falta de burocracia, diminuição de juros na tomada de crédito, taxas mais competitivas em investimentos e pelo caráter de conectividade e acesso rápido por meio de aplicativos em smartphones e tablets”, explica.

 

Os principais investimentos dos brasileiros:

– Poupança: 61% dos entrevistados que possuem investimentos tem poupança. Em média, investem a 3,6 anos, principalmente pela flexibilidade de uso quando necessário (38%). O valor médio do valor acumulado pelos entrevistados é de R$ 2.152,00;

– Imóveis: 18% dos entrevistados têm imóveis. Em média, possuem há 4 anos, principalmente pela segurança que este tipo de investimento dá (30%);

РPrevid̻ncia Privada: 13% dos entrevistados possuem previd̻ncia privada. Em m̩dia, 3,5 anos, sendo que 18% por indica̤̣o do gerente do banco;

– Fundo de Investimento: 9% dos entrevistados investem em fundos de investimentos e usam essa modalidade, em média, há 2,2 anos. 43% optaram por indicação do gerente de banco;

– Dólar: 6% dos entrevistados têm dólar. Possuem essas reservas há 2,8 anos, em média. 30% escolheram pela flexibilidade de uso do dinheiro quando necessário;

– CDB: 5% dos entrevistados têm CDB. Em média, usam a modalidade há 3,3 anos, feitos principalmente após pesquisa em sites especializados ou de notícias (32%).

 

Metodologia

A pesquisa procurou avaliar o grau de educação financeira dos brasileiros e entender como o consumidor se relaciona com o dinheiro. Foram entrevistados 606 consumidores com idade entre 18 e 30 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais brasileiras. A margem de erro no geral é de 4,0 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.

 

Fonte: CNDL

Planeje-se financeiramente para ter um filho

Veja como se organizar para ter um filho sem passar apertos, considerando gastos do nascimento até o término da faculdade

Com a chegada de um filho, as despesas da família aumentam muito — e lidar com esses gastos extras costuma ser uma grande preocupação dos pais. Segundo pesquisa de 2013 do Instituto Nacional de Vendas e Trade Marketing (Invent), os pais podem ter gasto R$450 mil só com ele, pensando em uma família com renda mensal de R$3.520 a R$8.800. “ O nosso Brasil tem uma enorme diferença de classes sociais, logo, uma grande variedade de situações econômicas. Isto faz com que qualquer previsão seja muito imprecisa. A única certeza que fica é: vai custar bastante, portanto planejamento é essencial”, diz Adriano Maluf Amui, diretor do Invent.

 

Neste caminho para não sofrer apertos financeiros, é necessário saber não apenas o que precisa gastar com seu filho, mas também o quanto pode gastar com a criança. Assim, para ter um filho sem prejudicar as finanças da família, o primeiro passo é se organizar. Saiba como!

 

Quanto custa um filho, do nascimento até os 23 anos?

Veja abaixo a média de gastos com um filho, do instante em que ele nasce até sair da faculdade, levantada pelo Invent em 2013 e com valores corrigidos pelos economistas do SPC Brasil para 2016 (segundo o IPCA no período e, quando disponível, corrigido por subgrupos específicos do índice) . “É importante ter em mente que esses números são estimativas e que variam muito de família para família. O principal é sempre buscar adequar seus gastos a sua realidade financeira e necessidades”, ressalta Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

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De onde virá o dinheiro?

Uma despesa considerável vem chegando por aí. Se a renda familiar não aumentará juntamente com a vinda dessa nova despesa, é preciso remanejar as contas, cortas gastos e abrir espaço para os custos adicionais. Nosso simulador Diagnóstico Financeiro ajuda na tarefa de listar seus gastos e rendas. Feito isso, avalie o que pode ser cortado ou reduzido. “Para ter equilíbrio financeiro nesta nova fase é necessário rever suas prioridades em relação às despesas e até repensar seu estilo de vida, readequando o orçamento para manter seus gastos sob controle”, ensina Ana Paula Hornos, educadora financeira e coach.

 

Faça listas

Isso mesmo. Para estimar seus gastos com seu filho, faça listas de tudo o que deve precisar, a cada fase da vida dele. Este é um trabalho que pode ser feito ao longo do tempo, a partir de muita pesquisa. “Para mim, conversar com pessoas que acabaram de ter um filho ajudou muito nesta questão de imaginar meus gastos, pois elas estavam com informações frescas do que o bebê precisou”, conta Fernanda Ferreira, mãe da Alice, de dois anos. Nessas listas, inclua gastos com alimentação, plano de saúde, vacinas e remédios. Lembrando que estes levantamentos são apenas para que o casal tenha uma noção de gastos e possa se organizar melhor. “Uma dica é dividir por período, por exemplo, gastos até seis meses, depois de seis meses a um ano e assim por diante”, completa Fernanda. A cada nova fase do filho, é preciso uma nova organização financeira. Por exemplo, quando ele entrar em idade escolar, procure levantar os gastos que chegarão com este novo momento, sempre listando despesas antecipadamente. Para te ajudar nessa tarefa, use o Simulador Escolar do Meu Bolso Feliz e descubra quanto custa por mês a educação de 1 filho.

 

Comece uma reserva financeira

Estes são os primeiros de muitos outros gastos. “Eu achava que fraldas eram caras, até ela entrar na faculdade!”, brinca o empresário Paulo Garcia, pai de Mariana, de 23 anos. “O que nos ajudou foi fazer uma previdência privada — que na época era o que conhecíamos como um bom investimento — pensando em resgatar o valor 18 anos depois. Acabamos mexendo no dinheiro quando ela quis fazer um intercâmbio aos 16 anos, mas certamente foi um dinheiro fundamental na educação da Mari”, resume Paulo. Ou seja, será que não compensa mais juntar dinheiro para oferecer a melhor educação que seu filho pode ter, em vez de gastar em supérfluos que talvez ele nem use?

Lembre-se que esta reserva também ajudará em relação a imprevistos que possam comprometer, de alguma forma, a renda familiar — e consequentemente afetar as despesas com a criança. Por exemplo, no caso de um dos pais perder o emprego ou ficar doente. Pense a longo prazo e seja precavido em relação a gastos com educação. Durante 18 anos, pode-se conseguir uma boa grana investindo apenas R$100 por mês.

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Como economizar, a cada fase da vida?
Até um ano

É perfeitamente compreensível se encantar com toda camisetinha fofa que ficaria “uma graça” no seu bebê. Assim como é natural que pais queiram dar o melhor aos seus filhos. No entanto, para manter o orçamento na linha, é preciso ter algumas coisas em mente, sempre:

– o que importa para o seu bebê é o carinho dos pais. Ele não sabe que a camiseta que você comprou é de uma marca famosa ou que o brinquedo novo é importado. Assim, em vez de investir tempo em compras muitas vezes desnecessárias para a criança, invista seu tempo curtindo seu filho;

– pesquise preços e o que de fato precisará. Nossa matéria Como economizar durante a gravidez mostra dicas de como economizar;

– nem sempre o mais caro é o melhor. Já pensou que seu bebê pode ser alérgico a algum componente daquela blusinha caríssima? Ou que esta mesma blusinha terá exatamente o mesmo uso que uma blusa três vezes mais barata?

– bebês crescem muito rápido. Nos primeiros meses o bebê cresce cerca de 8cm. Dos três aos seis meses, ele cresce em média mais 7cm. Com um ano, a estimativa é de ele já ter esticado outros 10cm, segundo o pediatra Ernesto Mascarenhas. Ou seja, a roupinha que você comprou hoje não servirá mais em poucos meses. Assim, mais vale fazer pequenas compras mês a mês, daquilo que é necessário, do que grandes compras — ou compras constantes — de itens que você acha que ele vai vestir, mas que acaba nem usando.

 

6 a 10 anos

Nesta fase é hora de levantar gastos com escolinhas — o que inclui material didático e uniforme — e transporte. Pense também nas festinhas, eventos entre pais e coleguinhas e cursos como Inglês, natação, ballet e judô. Aconselha-se, nessa faixa etária, estimular a criança a ter um cofrinho. Ela ainda é muito nova para entender o que é poupar, mas juntando moedinhas já começará a compreender o que é o dinheiro, por ser algo palpável. Dos seis aos dez anos, pode-se pensar também em uma semanada, para que a criança aprenda a administrar seu próprio dinheiro. “Isso, claro, apenas se couber no orçamento familiar. Cada família deve estipular a quantia da semanada de acordo com sua condição financeira”, alerta Vignoli.

 

Adolescência

Na adolescência, entram despesas com possíveis viagens, saídas com amigos e consumo de bens materiais que não são necessidade básica, com este ou aquele item da moda. Considerando tais gastos, a partir dos 11 anos, vale a pena incluir no orçamento um valor para uma mesada, pois o adolescente já tem o conceito de temporariedade e consegue administrar uma quantia maior, por mais tempo. No entanto, é fundamental educar financeiramente o seu filho, fazendo com ele entenda a importância de se planejar e escolher com inteligência com o que gastar seu dinheiro.

Nesta fase é interessante também que os pais se programem financeiramente para possíveis cursos que o adolescente queira fazer, especialmente aqueles que tendem a contribuir para a educação do jovem. Além disso, necessidades como um computador e celular entram em jogo. “Ao observar em quais itens os pais optam por gastar o adolescente começa a dar valor a estes bens. Assim, pense sempre se prefere gastar em peças de roupas desta ou daquela marca ou juntar para investir em um laptop que contribuirá para a formação do seu filho”, diz Vignoli.

 

Jovem adulto

Nesta fase, quem guardou dinheiro desde o nascimento da criança deve contar com uma quantia que ajudará a financiar a faculdade do filho, caso não se trate de um curso em universidade pública. Além disso, se o jovem ainda não tem condições de se manter ou ajudar com as despesas, é preciso levar em consideração os gastos com material didático, transporte e alimentação, entre outros custos extras como saídas com os amigos e baladas. . “Por isso, é imprescindível que os pais ensinem aos filhos que dinheiro deve ser conquistado e que o orçamento que banca seus estudos e seu estilo de vida é o mesmo que sustenta a casa. Dessa forma ele entenderá que deve se adequar ao padrão de vida da família”, diz Vignoli. Por fim, vale a pena, também, estimular o jovem procurar um emprego e começar a conquistar seu próprio dinheiro.

Como ganhar dinheiro usando o WhatsApp

Aprenda a usar o aplicativo WhatsApp para aumentar suas vendas

A velocidade de comunicação proporcionada pelas últimas tecnologias vem sendo utilizada, em especial nas redes sociais e aplicativos, como estratégia para melhorar os negócios. É o caso do WhatsApp, um aplicativo de bate-papo que já tem mais de 47 milhões de usuários no país e que, justamente por alcançar tanta gente, ganhou uma função para lá de lucrativa entre comerciantes e autônomos.

 

Márcio Ribeiro, professor de Marketing Digital da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ressalta que o aplicativo, assim como outros, ultrapassou fronteiras das relações sociais, indo além do uso recreativo. “Uma empresa precisa estar atualizada, senão fica para trás. No cenário das novas tecnologias, abre-se espaço também para novos profissionais, qualificados por dominarem as redes sociais e aplicativos”, diz o especialista. Uma mão de obra relativamente barata para as empresas vira chance de grana extra para muitos autônomos.

 

A classe que mais vem ganhando com o uso do WhatsApp nos negócios, no entanto, são os comerciantes. A empresária Ana Paula Lima de Alcântara, dona da marca de roupas Manalí Store, é um exemplo de quem investe em novas tecnologias, em especial no WhatsApp, para aumentar as suas vendas. “São inúmeras as vantagens que o WhatsApp trouxe para mim. Como não possuo um site, ele serve como um canal direto entre os clientes e eu, além de facilitar possíveis desentendimentos e tirar dúvidas”, diz sobre o sucesso do aplicativo na função de aumentar as vendas. “Outra vantagem do WhatsApp é a multiplicação da mensagem. Você envia para milhares de pessoas e estas ainda podem compartilhar seu post com amigos, aumentando muito a visibilidade do seu anúncio”, defende Luiz Benjamim, CEO da SallApp, empresa especializada em maketing mobile.

 

Hoje vivemos em uma era em que se vendem mais tablets e smartphones do que computadores pessoais. No Brasil, só no segundo semestre de 2014, foram vendidos mais de 13 milhões de aparelhos! Segundo a consultoria de tecnologia IDC, em 2013 o país vendeu mais tablets do que notebooks e computadores de mesa. Nessa realidade tecnológica, ajustar uma ferramenta como o WhatsApp ao campo profissional faz todo o sentido. E aprender a adaptá-la ao seus negócios pode render uma boa grana!

 

5 passos para ganhar dinheiro usando o WhatsApp

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1- Tenha sua agenda atualizada

A organização é a base do negócio. Não deixe números ‘soltos’ na sua lista de contatos. Salve o nome ou alguma descrição que faça você lembrar quem é aquele cliente. Uma das vantagens do WhatsApp é que ele possui um ícone que te mostra quais números têm o aplicativo em seu celular.

 

2- Faça contatos

É importante para o vendedor se colocar sempre à disposição do cliente. Mostrar-se atento aos pedidos e dúvidas do consumidor, sempre perguntando se ele precisa de algo. Outro ponto a ser destacado é a pontualidade nas respostas. Fique atento para não gerar impaciência aos clientes. Imponha horários de atendimento e seja o mais rápido e direto possível no retorno. Lembre-se também que o WhatsApp é uma rede de relacionamentos, ou seja, é preciso desenvolver uma relação com os usuários. “Antes de tudo se apresente, dê boas-vindas ao cliente e crie um relacionamento. Até porque, dessa forma, conhece melhor a pessoa, vê se ela responde às mensagens, se é de fato cliente em potencial. Só depois de criada uma relação mande seu produto ou fale de seu serviço de forma mais clara”, aconselha Luiz Benjamim, CEO da SallApp.

 

3- Ofereça seu serviço pelo aplicativo

O WhatsApp é um excelente meio de compartilhamento de fotos, vídeos, documentos e até localização. Use isso a seu favor. Nem sempre o cliente tem tempo de atender ligações ou responder e-mails. É uma forma de contato que acaba facilitando todo o processo de venda, afinal, ele vê seu produto assim que clica na mensagem no app. É importante, no entanto, não ser muito agressivo na hora de tentar vender seus produtos — e se lembrar que ninguém quer ficar lendo longos textos, excessivamente “marqueteiros”. “Recomendamos textos curtos, diretos e, claro, mais informais, já que o WhatsApp é uma plataforma informal”, aconselha Luiz Benjamim. E não se esqueça de fotos e vídeos. “Uma foto é vista em menos de um segundo, ou seja, você passa a imagem mais rapidamente. Vídeos também fazem sucesso, desde que curtos e atrativos”, complementa o especialista.

 

4- Use o WhatsApp em conjunto com outras redes

Sim, o WhatsApp é muito eficaz na tarefa de se comunicar com o cliente. Mas hoje em dia, são raros os casos de pessoas que possuem somente um meio de comunicação. Usá-lo em conjunto com outras redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram, fará seu leque de vendas aumentar muito.

5- Faça o chamado “Follow up”

“Follow up” (pronuncia-se fólou ap) é um termo em inglês muito usado no ramo comercial. Significa, basicamente, fazer um acompanhamento da compra e, em especial, do consumidor. Ou seja, você vende o produto e depois de um certo tempo busca saber se o cliente está satisfeito com a compra. Esse passo é importante pois serve como retorno para saber como estão seus negócios, e também para estender laços comerciais. “Acompanhando os dados você conhece melhor cada cliente e sabe o que funciona com a pessoa, o que facilita a venda e o relacionamento”, finaliza Luiz Benjamim.

Contador: saiba como se manter atualizado

Manter-se atualizado no âmbito contábil é tarefa difícil! Os profissionais da área contábil enfrentam diariamente os desafios de dominar o complexo cenário da legislação tributária do país, conhecer as tecnologias disponíveis e conseguir comunicar as informações aos clientes da forma mais didática possível.

Já o dono do escritório de contabilidade, acumula ainda a função de atuar como um gestor da empresa, administrando desde o fluxo de caixa do escritório até as ambições profissionais da equipe. Como empreendedor que é, ele também precisa estar constantemente atualizado sobre as tendências do mercado, modelos de negócio, metodologias e ferramentas de gestão que podem ser aplicados para ter mais produtividade e garantir um serviço de qualidade, entregue no prazo.

Toda essa preocupação e preparo tem como objetivo garantir a continuidade do escritório, com clientes satisfeitos e sem penalizações. Se você faz parte desse universo intenso que é a contabilidade no Brasil, sabe que não dá para ficar parado. Estudar e manter-se atualizado é o melhor caminho para evoluir na carreira e conquistar reconhecimento. Para facilitar seu caminho, listamos seis dicas práticas para você começar já sua atualização profissional. Confira!

1. Capacitação oferecida pelas Entidades de Classe

Os Conselhos Regionais de Contabilidade, em consonância com o Conselho Federal de Contabilidade oferecem cursos e seminários que atendem ao Programa de Educação Continuada da entidade, em especial no que se refere às normas e legislações. É possível cursar módulos como: “Cálculo do Simples Nacional e Declaração” e “Retenção na Fonte de INSS — Pessoas Jurídicas e Físicas”.

Os eventos fomentados pelos órgãos regionais são especialmente interessantes, pois conseguem abranger com agilidade os temas que estão em voga e, muitas vezes, ainda não chegaram aos bancos das universidades. “Atualizações na legislação trabalhista e previdenciária”, “Planejamento sucessório e patrimonial” e “Workshop de gestão nas organizações contábeis” são alguns dos temas abordados nos encontros.

E uma dica importante: alguns CRCs, como o CRC-CE, mantém convênios com instituições de ensino, concedendo descontos para os profissionais da área contábil, consulte!

2. Línguas estrangeiras

O inglês é a principal língua estrangeira a ser dominada por todos os profissionais e na área contábil não é diferente. Mesmo que seu foco seja nas MPEs nacionais, a capacitação em outro idioma abre portas para que você consiga estudar os assuntos contábeis relevantes que acontecem no mundo. Conhecendo o idioma e os termos técnicos da área em inglês é possível, por exemplo, pesquisar sobre as ações tomadas contra o crime de lavagem de dinheiro em outros países.

Sabia que existe um curso de inglês para contadores (online ou presencial) no mercado? Aproveite essa dica e aprofunde seus conhecimentos!

3. Cursos de atendimento e negociação

Lidar com clientes é um desafio diário. Clientes difíceis exigem ainda mais do contador e de sua equipe, porque demandam muito jogo de cintura. No entanto, é possível desenvolver competências para lidar com as questões do dia a dia de forma leve e não menos profissional, dominando algumas técnicas.

O SEBRAE-RS, por exemplo, oferece um curso focado no atendimento ao cliente, trabalhando aspectos técnicos e comportamentais que permitem entender como alcançar a satisfação do cliente, passando pelo planejamento de ações e procedimentos internos.

Já o curso de Negociação para contadores (ministrado pelo empresário contábil e palestrante, Anderson Hernandes) ensina técnicas bem específicas para você negociar o valor de novos serviços contábeis, ou ainda renegociar honorários com clientes antigos.

4. Gestão de Recursos Humanos

O contador deve estar sempre atualizado sobre as questões trabalhistas para orientar seus clientes quanto à melhor maneira de contratar (ou desligar) colaboradores, as regras estabelecidas pela legislação e o recolhimento dos impostos corretamente. Profissionais sem o devido preparo técnico podem expor os clientes à multas e penalidades legais, por isso, esse é um ponto muito importante da atualização profissional.

Além dos cursos e eventos promovidos pelas entidades de classe com esse tema, existem outras formas de se aprofundar no assunto. O SENAI oferece um curso gratuito que apresenta os dispositivos legais que regulamentam as relações de trabalho, bem como tipos de trabalhadores e formas de contratação. É um conteúdo interessante para quem está começando a entender o assunto.

Já o CIESP, por exemplo, tem curso presencial em algumas de suas unidades, que aborda a legislação trabalhista de forma mais aprofundada para os profissionais contábeis que já têm vivência na área. São aulas sobre as rotinas de admissão, tributação da folha de pagamento, jornada de trabalho, entre outros assuntos.

Seja presencial ou de forma online, procure os cursos oferecidos por instituições renomadas, mesmo que não sejam ligadas diretamente à área contábil. As entidades citadas, por exemplo, são ligadas à Indústria, mas o conteúdo é válido para todos os setores da economia.

5. Treinamento de liderança

O escritório de contabilidade é uma empresa e precisa de um líder que dê respaldo para a equipe, ao mesmo tempo que consiga dar autonomia para que ela se desenvolva. O comportamento do líder, principalmente em momentos críticos, faz toda a diferença tanto pelo rendimento do trabalho, quanto pela percepção dos clientes.

A ONU (Organização das Nações Unidas) desenvolveu uma metodologia, que no Brasil é conduzida pelo SEBRAE, chamada Empretec. É um curso destinado aos empreendedores, baseada em aulas e vivências práticas, com o objetivo de melhorar seu desempenho empresarial, garantir mais segurança na tomada de decisão, além de ampliar a visão de oportunidade de negócio.

6. Tecnologia

Se você está pensando que não vai ter tempo para seguir as dicas deste artigo, a tecnologia vai te ajudar! Com as soluções certas, você ganha produtividade e agilidade no dia a dia, abrindo espaço na agenda para se dedicar ao seu desenvolvimento profissional.

Se seu escritório ainda está começando a usar a tecnologia por meio de planilhas, vale a pena fazer um curso de Excel avançado para extrair melhor visualização das informações e análises. Confira aqui modelos de planilhas para cadastro de clientes e funcionários, fluxo de caixa, cálculo de horas extras, entre outras, que vão ajudar muito nesse passo inicial de controle.

Agora, se soluções tecnológicas já são recursos importantes no seu escritório, a dica é adotarferramentas de produtividade para agilizar e padronizar as rotinas contábeis. Um outro passo nesse sentido é implementar o processo de integração contábil, eliminando as atividades manuais (como a digitação dos lançamentos contábeis dos clientes) e garantindo mais tempo para a sua atualização profissional. Com o ContaAzul para Contadores, seu escritório pode realizar a integração contábil com a melhor tecnologia sem pagar nada por isso. Nada!

Além de otimizar o tempo e alavancar a produtividade da equipe você quer se despedir das planilhas, partir para uma gestão mais madura no seu negócio e ficar ainda mais integrado com seus clientes? A ContaAzul te ajuda a dar esse importante salto disponibilizando para o seu escritório, de forma gratuita, o mesmo software de gestão empresarial que seus clientes usam.Cadastre-se para utilizar as ferramentas gratuitamente e atualize a tecnologia do escritório também!

É preciso estar constantemente buscando atualizações como profissional, para ter sucesso na carreira, reconhecimento dos funcionários a valorização dos clientes. Estar conectado com as tendências, sem deixar seu escritório de contabilidade ficar parado no tempo vai gerar credibilidade e aumentar a longevidade do negócio.

10 dicas para motivar uma equipe de vendas

Por Diego Berro

O que mais observo nas empresas onde desenvolvo algum trabalho por todo Brasil, é que a maior motivação é a que menos se precisa investir. Não é a motivação em dinheiro e sim a motivação que surge pelo relacionamento interpessoal.

O Colaborador tem uma necessidade de ser valorizado. Trabalhar em um ambiente propício a um crescimento pessoal e profissional é a maior motivação. Muitas vezes isso se concretiza quando os gerentes e os diretores passam a ouvir um pouco mais os funcionários.

Se preocupar com o ser humano! A empresa onde eu vi os funcionários mais motivados, em toda minha vida, foi exatamente a empresa que se preocupava com eles, investindo maciçamente, por exemplo, em qualidade de vida.

O empresário deve entender antes de tudo, que acima de qualquer outra coisa, lidamos com seres humanos, pessoas que têm família, necessidades, problemas emocionais e por isso é preciso entendê-los e não tratá-los simplesmente como simples robôs, como vejo acontecer em muitas empresas.

Certa vez, um empresário me disse que nunca fez nada pelos funcionários, porque os 85 funcionários que tinha serviam somente para carregar caixas. Então perguntei a ele se ele achava que a qualidade de vida de seus funcionários era importante para ele e para a empresa. Ele disse que não e ainda frisou: “Nem um pouco!” Isso acontece nas empresas com muito mais frequência do que se imagina.

Para que você possa motivar um vendedor, em primeiro lugar você tem que ser flexível. Não existe uma forma milagrosa que serve para todos, até porque cada ser humano é um, com suas características e individualidades. Por isso, a flexibilidade de entender o que motiva cada um do grupo é fundamental para se conseguir resultados extraordinários no coletivo.

Essa é a forma mais eficaz de se motivar uma equipe de vendas ou de qualquer outra função a um menor investimento possível. Para colocar em prática, precisa apenas ser humanista, ter bom senso, disposição e boa vontade.

Eu enumerei abaixo (não está necessariamente em ordem de importância) 10 atitudes excelentes para ter uma equipe extraordinária em vendas:

1º Seja mais humanista e enxergue sua equipe de uma forma holística, reconhecendo seus pontos fracos e fortes.

Saiba que ao enxergá-los individualmente, considerado as características individuais de cada um, o vendedor perceberá uma relação de interesse pessoal saindo da relação fria e superficial, como geralmente acontece, e como consequência essa relação, que obviamente deve ser sincera, gera motivação.

2º Reconheça e diga sempre o quanto sua equipe é importante para você e para a empresa.

Saber reconhecer e orientar são características de um bom líder e de uma boa empresa. Reconheça as vitórias, vibre com as conquistas, participe das realizações.

3º Dê Feedback’s positivos

Quando um bom vendedor erra e perde uma venda, ele é criticado; quando vende horrores, às vezes nem recebe um simples parabéns. É preciso reconhecer os acertos mais que os erros. O objetivo do feedback é ser construtivo, por isso evite as críticas que não sejam proveitosas e simplesmente de opiniões sinceras que farão o vendedor crescer. Destaque mais os pontos positivos em vez dos negativos.

4º Dê incentivos a seus vendedores

Parta da ideia que é muito melhor vender mais e a empresa ganhar 90% do lucro, por exemplo, do que vender bem menos e ganhar 100%. Sempre fui a favor de comissões e incentivos por metas reais traçadas e alcançadas, por gerar mais vendas devido à sustentação do tripé: motivação, reconhecimento e recompensa. Se possível, surpreenda sua equipe com incentivos extras, algo que não era esperado por eles. Os vendedores que alcançam suas metas ganham e a empresa também ganha por vender mais e ter colaboradores mais motivados. A empresa fará o investimento em premiações depois que as metas propostas forem atingidas, seja aumentando lucros ou diminuindo custos, assim sendo o programa de incentivo se paga.

5º Crie um ambiente propício ao desenvolvimento pessoal e profissional de seu colaborador

Invista em programas de treinamento técnicos, propiciando um desenvolvimento profissional e geral, abordando assuntos que envolvam relações pessoais, gerenciamento do tempo, gerenciamento do stress, relacionamento familiar, qualidade de vida, etc. Propiciando um desenvolvimento pessoal, que gerará satisfação por parte do pessoal e consequentemente uma retenção de talentos. Não adianta investir fortunas em treinamentos sendo que quando forma-se um bom vendedor perde ele para a concorrência, tendo que treinar um outro. O mais difícil não é formar talentos, mas mantê-los. E para isso o ambiente tem que ser propício.

6º Disponibilizar os recursos necessários para boas vendas

O vendedor será muito mais motivado quando tiver em suas mãos os melhores, e de preferência, mais modernos recursos para auxiliá-lo nas vendas. Condições excelentes para desenvolver o trabalho geraram resultados extraordinários.

7º Dê assistência frequente

Somente estando no campo constantemente com o vendedor é que se entende o porquê dele estar vendendo bem, o porquê das coisas não estarem acontecendo e ainda, quais são as reais necessidades dos clientes, que muitas vezes não são entendidas ou compreendidas por quem não vivencia o dia a dia no campo de trabalho. Com essas informações ricas e atualizadas é possível desenvolver encontros, que podem ser diários, semanais ou mensais, com o objetivo de capacitar e compartilhar experiência para o crescimento de toda equipe.

8º Gere e conquiste a confiança da equipe

Gerar confiança significa gerar comprometimento que leva a resultados que farão toda a diferença. Como fazer isso? Cumpra, por exemplo, o prazo para pagamento de comissões, cumpra realmente o que prometeu. Uma empresa na qual prestei serviço me prometeu uma grande viagem caso alcançasse uma meta, que para o proprietário era impossível. Eu alcancei a meta e ele, em vez de vibrar comigo a conquista inventou mil desculpas para não pagar o prêmio. Conclusão: Ele não pagou o prêmio e devido a isso eu me desliguei da empresa e até hoje recebo convites para voltar, mas a imagem de desconfiança ficou até hoje, excluindo qualquer possibilidade do meu retorno à empresa.

9º Proponha metas reais

Eu friso muito esse ponto, uma vez que algumas empresas colocam metas irreais para a realidade do mercado. Os gerentes querem, muitas vezes, que os vendedores “quase” alcancem as metas, porque assim, a empresa venderá bastante e não precisará conceder os brindes propostos. Que ideia infantil. E o pior é que muitos gerentes fazem isso. Quanta imaturidade na profissão. Trace metas reais, que incentivem o crescimento de cada um. Mas quando alcançadas, pague os brindes e gratificações com prazer, vibre com o vendedor, faça parte dessa conquista. Seus resultados serão tão extraordinários quanto o possível.

10º Forme um time fiel

Forme um grupo campeão e tenha essa base de vendedores campeões na mão. Forme seguidores e vendedores que estarão do seu lado, do lado da empresa onde for. Uma base sólida na equipe de vendas sustenta todo o grupo. As vendas manterão uma média sempre e a empresa terá mais segurança. Mas esse é quem sabe o ponto mais difícil para os empresários e gerentes. Então, medite sobre os últimos 9 pontos aqui destacados e coloque-os em prática que o resultado dessa 10ª dica certamente virá como consequência da realização dos outros 9.

Motivar pessoas, liderá-las para alcançarem sucesso nas suas vidas pessoal e profissional está no fato de descobrir as ferramentas necessárias para explorar o máximo do potencial de cada um, alcançando e mantendo – o que é o mais difícil – o desempenho máximo de cada talento. Siga as considerações propostas nesse texto que certamente você terá vendedores mais motivados. Sua empresa como consequência venderá mais e ainda assim cumprirá com um grande papel: fazer do ambiente de trabalho um ambiente propício à realização e felicidade de cada um.

Fonte: Administradores

Dez dicas para aumentar as vendas no fim de ano

 

Na época do ano em que o comércio registra o maior crescimento, medidas simples para adequar e motivar a equipe e showroom pode fazer a diferença nos lucros da empresa

O fim do ano é um dos períodos mais aguardados pelos comerciantes, pois, com as festividades dessa época, o esperado é que as vendas aumentem.

Neste cenário, pequenas mudanças podem fazer a diferença na hora das vendas. Investir em treinamento da equipe de atendimento e ampliá-la para a ocasião, se necessário, bem como apresentar o produto corretamente na vitrine podem ser decisivos no momento da compra.

“Antes do Natal, os consumidores estão em busca de produtos de qualidade e, para valorizá-los corretamente, é importante pensar na vitrine, para encantar o cliente e trazê-lo para o clima das festas de fim de ano”, afirma Fabrício Forg, sócio da empresa Croma.

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Pensando nisso, dez sugestões que podem fazer a diferença na hora de abordar o cliente e aumentar as vendas:

1º — Show-room:

É uma importante ferramenta de vendas e não apenas a imagem da sua empresa, mas sua equipe precisa estar treinada para usufruir de todos os seus benefícios de maneira certeira e eficaz. A forma pela qual o vendedor percorre o showroom e demonstra os produtos nele dispostos, fará toda diferença no resultado do atendimento.

2º — Conhecimento de produto:

É muito importante treinar a equipe para que ela conheça a fundo os produtos que são oferecidos na loja. Para isso, vale investir em cursos, treinamentos e reciclagem dos vendedores que terão papel de consultor no momento da compra.

3º — Planejamento:

Apresente e envolva sua equipe de vendas nos planos e metas de crescimento da empresa para o próximo ano, isso fará com que os colaboradores se sintam incluídos, comprometidos e motivados.

4º — Mais trabalho x mais motivação:

Se a carga de trabalho irá aumentar neste fim de ano, ou em algum período específico como uma campanha promocional, por exemplo, consequentemente as cobranças e o stress vão aumentar também. Nestas fases, todo e qualquer trabalho motivacional é muito bem vindo. Invista em palestras, dinâmicas e treinamentos de cunho motivacional. Além disso, recompense os melhores funcionários.

5º — Novo público no período:

Aproveite a oportunidade de ter um público diferenciado entrando em sua loja no Natal e proporcione a ele um atendimento também diferenciado, dando enfoque nos produtos inovadores que você selecionou para está época.

6º — Coerência:

Não basta ter um showroom com produtos destinados a um determinado publico alvo, se o atendimento, entrega e pós-venda não acompanhar a exigência deste público consumidor. Sua empresa perderá o cliente pra sempre. As empresas gastam mais hoje para recuperar a sua imagem do que para mantê-la.

7º — Taxa de conversão? Sua equipe sabe o que é?

Toda empresa de varejo deveria informar à sua equipe de vendas qual a taxa de conversão mínima mensal estabelecida. No entanto, o que percebemos é que existem consultores de vendas que nem sabem do que se trata. Além de ter o devido conhecimento, a equipe precisa entender que está taxa é um importante indicador de desempenho e se bem aplicada, só trará benefícios.

8º- Equipe autogerenciável:

Independentemente de sua equipe ter um gerente, quando falamos de equipe autogerenciável, esperamos que ela tenha a consciência da responsabilidade que tem ao atender cada cliente que entra em sua loja, valorizando-o e atendendo-o com excelência. E, principalmente, que a equipe tenha atitude positiva diante das objeções, como o famoso “Só estou olhando”. Esta pode ser uma excelente oportunidade de apresentar um novo produto para o consumidor “olhar”.

9º- Itens de luxo ou valor agregado:

Muitas vezes os produtos apresentados no showroom das lojas são peças diferenciadas, e a falta de argumentos de venda pode comprometer o giro esperado da mercadoria. A venda de itens de luxo só é possível instigando a cliente a desejar tais peças. Entender bem tudo o que está por trás daquele objeto é de suma importância para fazer jus ao valor atribuído ao produto.

10º- Vitrine:

A primeira comunicação com o cliente é a vitrine. Em tempos de fim de ano os esforços se voltam para despertar a emoção natalina nestas vidraças, mas, o cuidado em comunicar o produto deve estar aliado também à identidade da loja e ao perfil do cliente que se quer atingir. Vale a pena olhar as referências de lojas com produtos semelhantes ou pedir a ajuda de um profissional para fazer sua marca ser um “sucesso” de vendas.

 

Fonte: Varejista

Fique em dia com os seus sonhos! CDL Cariacica realiza Cadastro Positivo gratuitamente

Se você paga as suas contas, nada mais justo do que ter condições diferenciadas de crédito e pagamento! Fazendo parte do cadastro positivo você poderá alcançar esses benefícios com muito mais facilidade e ainda vai realizar todos os seus planos.

A CDL Cariacica está recebendo a adesão dos consumidores ao Cadastro Positivo, um banco de dados com informações sobre as pessoas que apresentam um bom histórico de pagamentos.

Com o Cadastro Positivo, os bancos e empresas terão maior segurança nas suas transações comerciais. Os consumidores inscritos neste cadastro, poderão conseguir comprar a prazo e ter empréstimos e financiamentos aprovados com maior facilidade. Eles também conseguirão condições diferenciadas de negociação como taxas de juros mais baixas e prazos maiores.

Como aderir

Para aderir gratuitamente ao Cadastro Positivo é necessário que o consumidor autorize a inclusão e acesso de seus dados, por meio do preenchimento de um termo específico, disponível no nosso site, ou na sede da CDL Cariacica.

O consumidor também deve apresentar o CPF e a carteira de identidade, originais, e entregar uma cópia de cada.

As informações serão validadas pelo SPC Brasil e o consumidor receberá, por e-mail, login para cadastrar uma senha e, assim, conferir seus dados no banco de dados sempre que quiser.

Pessoa Jurídica

Pessoas jurídicas também podem fazer o cadastro, por meio de seu representante legal. Ele deve apresentar os seguintes documentos:

  • Ato constitutivo, devidamente registrado no órgão competente (Ex.: contrato social, última alteração contratual consolidada, estatuto social, requerimento de empresário, entre outro);
  • Documentos da eleição de seus administradores, quando aplicável;
  • Comprovante de inscrição no CNPJ;
  • Documento de identificação do(s) Representante (s) Legal(is) – RG, RNE, CNH, Passaporte, ou outro – e CPF do(s) representante(s) legal(is) da empresa;
  • Comprovante de residência do(s) representante(s) Legal(is).