CNDL pede aos líderes do Sistema mobilização pela aprovação da MP 944

CNDL pede aos líderes do Sistema mobilização pela aprovação da MP 944.

MP 944 institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL) convoca todas as entidades e líderes que compõem o Sistema CNDL para uma mobilização nacional pela aprovação do PLV 20/2020 (oriundo da MP 944/2020), que abre crédito para pequenas e médias empresas garantirem o pagamento de salários ou de dívidas trabalhistas.

A análise e votação do projeto, que foi aprovado e alterado pelo Senado Federal, voltou à Câmara e estava inicialmente prevista na pauta desta semana. Contudo, a matéria não foi votada por falta de consenso quanto as emendas apresentadas pelo Senado, assim a Medida Provisória corre o risco de perder a vigência e caducar em 31 de julho.

A proposta é uma das mais importantes medidas econômicas para o combate à crise resultante da COVID-19, isso porque, tem como principal objetivo garantir a empregabilidade da população brasileira, por meio de uma linha de crédito que possibilita que o empresário financie a totalidade da folha de pagamento pelo prazo de dois meses, limitadas ao valor equivalente a até duas vezes o salário-mínimo por empregado.

Inquestionavelmente a matéria deve ser aprovada, o quanto antes, pelo Congresso Nacional. Contudo, no Senado Federal durante análise do PLV 20/2020,  foi inserido ao texto, por emenda, o artigo 18-A, que possibilita a averbação do protesto em matrícula de imóveis ou anotação em órgãos ou centrais de registro de veículos e de outros bem móveis, mediante solicitação dos credores por diretamente ou por intermédio da Central Nacional de Serviços Eletrônicos. Evidentemente o trecho é estranho ao objetivo principal da MP e irá causar um desequilíbrio para o setor de comércio e serviços, e irá facilitar o protesto, ou seja, aumentar ainda mais o número de protesto contra o setor que já se encontra bem prejudicado nessa pandemia.

Caso essa emenda seja aprovada, a averbação extrajudicial, prevista no artigo 18-A, através das taxas e dos emolumentos decorrentes do protesto pode, muitas vezes, ultrapassar o valor do débito e onerar indevidamente o patrimônio do devedor. Esse ato deve ser objeto de determinação judicial, e não por mera solicitação do credor ou apresentante do título.

Neste sentido, a CNDL defende a aprovação do Projeto de Lei de Conversão 20/2020 (MP 944/2020), nos termos do texto aprovado inicialmente pela Câmara dos Deputados. 

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Nova Varejo S.A é totalmente digital e com informações diárias.

Nova Varejo S.A é totalmente digital e com informações diárias

Plataforma foi lançada na manhã de hoje em live com o presidente da CNDL, José César da Costa

O processo de transformação digital chegou a Varejo S.A. A publicação mensal da CNDL, que antes era impressa, passou a ser totalmente digital. O lançamento da nova plataforma aconteceu na manhã de hoje (20), e contou com a participação do presidente da CNDL, José César da Costa.

“Transformar a Varejo S.A. em uma grande plataforma de informações para o setor varejista é um sonho que nos acompanha há algum tempo. Finalmente o projeto se materializou, resultado de muito trabalho e empenho da nossa equipe. A nova Varejo S.A está mais moderna, ágil e criativa, trazendo conteúdo relevante para o nosso setor”, disse Costa.

Dividido por editorias como “Fatos e Dados”, que traz notas do setor de comércio e serviços e pesquisas de comportamento do varejo, e “Tendência e inovação”, que explora tecnologias aplicadas ao varejo, o Portal da nova Varejo S.A, disponibilizará matérias e informações com análise e profundidade.

“O portal não tem a pretensão de ser um site de notícias, mas um espaço onde empresários, líderes, autoridades do poder público e consumidores se encontrarão para ensinar, aprender e trocar informações preciosas do setor”, explicou o gerente de projetos da CNDL, Daniel Sakamoto.

Para o editor-chefe da Varejo S.A, Humberto Viana, os principais pilares do projeto são o desenvolvimento do varejo e o fortalecimento do associativismo.

“A gente vai buscar conteúdo relevante para ajudar empresários e empreendedores a desenvolverem e impulsionarem suas empresas. Além disso, temos todo um sistema associativista que vai encontrar eco em nossas páginas”, completou Viana.

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Leitura: “O mundo pós-pandemia” vai muito além do comércio

Livro lança luz para os efeitos da Covid 19 em áreas como as artes, a gastronomia, a televisão e até no humor.

Já não há dúvidas: nosso tempo se dividirá entre o antes e o depois da Covid-19. De fato, dificilmente houve acontecimento tão determinante neste século quanto a pandemia, e as consequências das recentes ações políticas, sanitárias e econômicas ainda mal começaram a ser vislumbradas. O que, portanto, devemos esperar para nosso futuro e o futuro das próximas gerações?

Parte das especulações, interpretações e deslumbramentos sobre o assunto estão no livro “O mundo pós-pandemia”, editado pela Nova Fronteira e organizado pelo advogado José Roberto Castro Neves. Para quem está torcendo o nariz para um tratado repleto de tabelas, gráficos e delírios políticos, pode correr para o abraço. O livro traz 50 textos abordando facetas pouco analisadas no noticiário.

Afinal, em que a pandemia afetará o teatro, a televisão, a gastronomia e até no humor? Sim! Essa bomba vai muito além do comércio e da saúde. E para responder sobre cada uma dessas áreas, José Roberto pinçou texto das maiores feras em atividade como José Bonifácio Sobrinho (falando sobre TV), Fernando Henrique Cardoso (gestão pública), Fernanda Torres (artes), Roberta Sudbrack (gastronomia) e Marcelo Adnet (humor).

Em comum, a ideia de que chegou a hora de sairmos da caixinha e, se possível destruí-la. Repare na observação de Adnet: “Temos a oportunidade de tirar a sociedade contemporânea da tomada e esvaziar os espaços, renovar o ar, revisar as gavetas, os projetos, o sentido da vida — colocar as coisas em seu devido lugar.” Se for para melhor, vamos nessa!

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Caixa e Sebrae criam linha de crédito de R$ 7,5 bi para micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano

A Caixa Econômica Federal (Caixa) anunciou, hoje (20), um convênio com o Sebrae para oferecer crédito a micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI). A medida será operacionalizada por meio do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae, e que oferece as garantias complementares.

A medida foi uma das demandas levadas pela CNDL ao governo federal em busca de apoio as micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano, pelas quais ainda não tinham sido alcançadas pelas linhas de crédito anteriormente anunciadas, diante da crise causada pela COVID-19.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, anúncio da linha de crédito específico traz alívio ao setor, mas, precisa chegar com rapidez aos empresários, sobretudo aos micro e pequenos negócios, que representam mais de 90% das empresas do país.

“As medidas precisam chegar na ponta, principalmente aos micro e pequenos empresários. Ações importantes têm sido anunciadas, mas o empresário está aflito sem saber como e quando essa ajuda do governo vai chegar. Celeridade nesse momento é fundamental para a manutenção das empresas e de postos de trabalho”, destaca Costa.

De acordo com a Caixa, os empresários terão prazo de carência de até 12 meses para começar a pagar com taxas até 41% menores que as usuais do banco.
O microempreendedor individual poderá contratar até R$ 12,5 mil, com carência de 9 meses e prazo de amortização de 24 meses. A taxa de juros será de 1,59% ao mês.

Já as microempresas poderão contratar até R$ 75 mil, com carência de 12 meses e prazo de 30 meses. A taxa será de 1,39% ao mês.

As empresas de pequeno porte poderão contratar até R$ 125 mil, com carência de 12 meses e prazo de 36 meses. Os juros serão de 1,19% ao mês.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a oferta de crédito pode atingir 42 milhões de pessoas. As micro e pequenas empresas e MEI interessados no acesso aos recursos devem acessar o portal da Caixa para manifestar o interesse.

“Vamos fazer um crédito assistido, que vai ser acompanhado administrativamente pelo Sebrae e pela Caixa Econômica”, disse Melles.

Como solicitar o crédito? CLIQUE AQUI e descubra!

Fonte: http://site.cndl.org.br/

Pequenas e médias empresas: como sobreviver ao Coronavírus (COVID-19)?

Os impactos do coronavírus para empresas menores podem ser amenizados. Veja o que fazer:

Os impactos do coronavírus na economia já são gigantescos, mas ainda não se sabe por quanto tempo a quarentena será necessária e qual será a extensão dos danos no longo prazo dessa parada forçada. Um fato é certo mesmo ainda no começo desse caminho desconhecido: será um grande desafio e com impactos imediatos, já que muitas empresas fecharam suas portas indefinidamente para o isolamento.

Nesse momento turbulento, a saída é usar artifícios que sempre fizeram parte da gestão do pequeno empresário, como criatividade, flexibilidade e muita resiliência. E, claro, em caso de necessidade, utilizar a poupança de emergência. “Ela deve ser usada com muito cuidado neste momento, apenas para cobrir os gastos inadiáveis. Se acabar, a saída é recorrer ao crédito bancário. Mas lembre-se: nada de cartão de crédito ou cheque especial”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Separamos abaixo algumas dicas para sua empresa sobreviver a este momento de instabilidade:

Redes sociais para vender

O uso intensivo das mídias sociais já é uma realidade para uma parcela significativa das pequenas empresas, que veem nelas um canal barato, de fácil utilização e que permite um contato direto com os clientes.

Com os impactos do coronavírus, é hora de utilizar esse canal ainda mais como uma plataforma de vendas. Para aumentar a visibilidade de seu negócio, além de patrocinar posts, você pode pensar em ações online que presenteiem o cliente. Academias, por exemplo, estão abrindo as aulas de maneira online para clientes e não clientes. Ao fim da quarentena, essa ação terá efeitos de prospecção.

Lembre-se: todo mundo está em casa, então o uso das mídias sociais provavelmente crescerá exponencialmente.

Delivery: opção para quem vende produtos

As empresas estão com as portas fechadas pela quarentena, mas nem por isso precisam parar de produzir e oferecer seu produtos. O delivery vem sendo uma solução prática e interessante para manter os clientes satisfeitos e conseguir segurar o fluxo de caixa.

Alguns setores, como o de alimentação rápida, podem experimentar até crescimento de faturamento nesse momento.

Quem já trabalha com entregas deve reforçar o cuidado e criar um protocolo de higiene para proteger do vírus os clientes e os funcionários do delivery.

Busque parcerias

As pequenas empresas podem apostar nas parcerias para tentar passar pela turbulência econômica na época do coronavírus. Uma padaria pode se juntar a outros fornecedores e montar uma cesta de café da manhã para entrega delivery ou para sorteio entre clientes que pedirem comida nessa modalidade, divulgando todas as marcas.

Pacotes de vendas

Quem trabalha com serviços ou venda de produtos pode apostar na divulgação de pacotes de venda para conseguirem adiantamento financeiro. Um salão de cabeleireiro, por exemplo, tem a opção de oferecer um pacote com cortes futuros (2, 3, 4) mediante um desconto para pagamento à vista.

Os cartões-presente também são úteis: o cliente pode comprá-los agora, com desconto, e deixar para usá-los mais à frente. Há várias alternativas que podem ser consideradas de acordo com o ramo do negócio.

É sempre importante lembrar que essas são medidas emergenciais para o fluxo de caixa não sofrer tanto no momento atual, mas que futuramente pode também haver impacto com essa antecipação de receitas. A boa gestão financeira será mais importante do que nunca.

Vendas online

Assim como o delivery, as vendas por e-commerce devem crescer muito com a quarentena obrigatória. Se você ainda não tem um site de vendas online, uma opção é enviar listas de produtos por e-mail ou Whatsapp com fotos e preços e tentar fazer a venda à distância.

Para quem já possui a estrutura de comércio eletrônico, a hora é de aumentar a atenção e oferecer o máximo possível de segurança, informações e facilidade para fechar os pedidos.

Trabalho remoto

Nem todos os ramos de pequenos negócios podem seguir o conselho de deixar a equipe em trabalho remoto, mas a ideia é muito boa e eficaz na época da quarentena. Hoje, há diversos programas e aplicativos que ajudam na gestão de tarefas, controle de acesso e compartilhamento de trabalhos online.

Além disso, pode ser uma boa experiência e uma oportunidade pra fazer do home office um dos métodos de trabalho adotados pelas empresas mesmo depois desse período.

Cortes de custos

Considere substituir matérias-primas ou insumos, caso tenham peso grande em seu orçamento, e tenha atenção também aos custos fixos, às vezes, deixados de lado porque já “estão no DNA” da empresa. Muitas vezes, há espaço para redução.

Negocie com fornecedores

Além da redução de custos, a negociação com fornecedores será inevitável para os pequenos e médios empresários. O aperto econômico vem em efeito cascata, então, o fornecedor certamente já sabe das dificuldades do mercado e precisa ser maleável com prazos, valores ou atrasos.

De olho nas dívidas e nos prazos

No dia 16 de março, a FEBRABAN emitiu um comunicado dos 5 maiores bancos do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander) com o comprometimento de atender solicitações de aumento de prazo para pagamento de dívidas. A prorrogação será de 60 dias após os vencimentos originais das dívidas de clientes pessoas físicas, micro e pequenas empresas, abrangendo os contratos já em vigor.

As empresas devem entrar em contato com os bancos utilizado para conhecer as condições e como aproveitar a prorrogação de prazo. As regras são diferentes para cada instituição financeira.


“Os micro e pequenos negócios, em geral, não tem fôlego para sobreviver muito tempo em uma situação como essa, em que o fluxo de caixa fica interrompido pela falta de demanda. Sendo assim, pode ser inevitável a falta de dinheiro para pagar as contas. Se isso acontecer, a melhor saída é negociar com o credor. Aproveite o adiamento dos prazos para ter um pouco mais de fôlego”, recomenda Marcela.

Aproveite as sinalizações do governo

As atualizações são quase diárias em relação a pacotes e medidas com reflexo econômico propostos pelo Governo. Para os pequenos empresários, a prorrogação do Simples Nacional foi anunciada no último dia 18. Há ainda prorrogação do pagamento de FGTS e uma medida provisória que altera temporariamente as relações entre patrão e funcionário.

Fique atento – acompanhe as medidas divulgadas nos portais oficiais e saiba qual a melhor forma para direcionar os esforços e passar por essa fase da melhor forma possível.

Fonte: meubolsofeliz.com.br

Sistema CNDL defende medidas necessárias para o setor durante pandemia do novo coronavírus

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), exercendo o seu papel de representante de mais de 500 mil empresas em todo o País, tem atuado junto ao Ministério da Economia (ME) na busca por medidas emergenciais econômicas, tributárias e trabalhistas que possam, de alguma maneira, enfrentar os impactos da pandemia do coronavírus.

Nesse momento de crise nacional, é fundamental o alinhamento dos governos municipais, estaduais e federal em busca de caminhos que diminuam o impacto no setor de comércio e serviços. Sem uma resposta do governo, o endividamento das empresas causará o fechamento de milhares de negócios e consequentemente de postos de trabalho.

Entre as demandas em discussão com o governo federal destacamos:

Tributárias

  • Suspensão da cobrança do ISS e ICMS sobre a comercialização de produtos e serviços, por 4 meses, para as micro e pequenas empresas. Com o pagamento desses impostos após esse prazo e em seis parcelas, sem a incidência de juros ou multa. A Resolução n. 152/2020 do CGSN não contemplou os incisos VII e VIII do art. 13 da LC 123 que tratam do ICMS e ISS.
  • Suspensão de 50% do valor devido de impostos sobre a comercialização de produtos e serviços, por 4 meses, para as demais empresas. Com pagamento dos impostos remanescentes após esse prazo em seis parcelas, e sem a incidência de juros ou multa.
  • Suspensão pelo prazo de 4 meses do pagamento das parcelas das dívidas já negociadas com o governo (REFIS). O pagamento das parcelas suspensas se dará por meio da extensão do prazo originalmente acordado.
  • Suspenção da execução dos protestos em cartório pelo prazo de 60 dias sem a incidência de multa e juros.
  • Suspender a multa pelo atraso no encaminhamento das informações referentes as obrigações acessórias federais com vencimento a partir de março. Dentre elas, destacamos: EFD Contribuições, EFD-Reinf, eSocial, CAGED, SEFIP/GFIP, DCTFWeb, DME, DCTF Mensal, PGDAS, RAIS, DEFIS, ECD, ECF, DEFIS, DASN SIMEI.
  • Permitir às empresas abater no recolhimento do IR as despesas médicas e hospitalares realizadas junto aos funcionários decorrentes do diagnóstico e tratamento do coronavírus, quando comprovação do nexo causal.
  • Postergar o prazo para entrega de declarações relativas aos tributos estaduais e a suspensão dos prazos para prática de atos processuais no âmbito das secretarias de Estado de Fazenda por até 4 meses. Com o fechamento dos estabelecimentos pelos governos local ou estadual alguns empreendimentos terão dificuldades em cumprir os prazos estabelecidos.
  • Suspenção da cobrança da entrega e do vencimento das obrigações acessórias relativas à apuração de tributos estaduais por até 4 meses.
  • Suspenção do pagamento do IPTU com pagamento dos recursos remanescentes em 2021, em 12 parcelas, sem multas ou juros.

Manutenção dos Postos De Trabalho

  • Suspensão do Contrato de Trabalho por pelo menos 4 meses com acesso pelos trabalhadores ao seguro desemprego pelo período da suspensão nos lugares onde houver interrupção das atividades econômicas por decisão do governo local, estadual ou federal de forma a evitar um enorme impacto social negativo. Com a participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional.
  • Permitir acordo individual para paralisação parcial garantindo 50% da remuneração ao empregado envolvido, com parte dos recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
  • Permitir a redução da jornada de trabalho em até 50%, com redução proporcional dos salários, por meio de acordo individual, mantendo-se a proteção do trabalhador contra dispensa imotivada. Ao final do período de calamidade pública a jornada e os salários voltam à situação previamente acordada.
  • Redução de 50% na contribuição do sistema “S”, mantendo-se o percentual previsto de repasse de recursos para o SEBRAE.
  • Conceder aos empregados com casos confirmados de COVID-19, independentemente dos 15 dias de reclusão, o Auxílio Doença Previdenciário (B31) por meio da Previdência/INSS, sem necessidade de perícia médica, de forma que INSS passe a arcar com os custos imediatamente após a confirmação de contágio.
  • Possibilitar que os Acordos e Convenções Coletivas vigentes e que estejam por vencer, em negociação ou próximo da negociação, possam ser prorrogadas, pelo prazo de até 4 meses.

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)

  • A prorrogação, pelo mínimo de mais 2 anos, da data de início de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD (Lei Federal n. 13.709/18), possibilitando assim, a reorganização da sociedade e, em especial, para que as Micro e Pequenas Empresas possam se recuperar e se ajustar adequadamente aos princípios e diretrizes estabelecidos por esta nova legislação.

Serviços Essenciais e Saúde

  • Redução de impostos com repasse para os empreendimentos consumidores incidentes sobre os serviços de concessão pública como água, energia e telefone.
  • Utilização das farmácias como ponto de vacinação contra gripe de forma e a reduzir a aglomeração de pessoas nos postos de saúde.
  • Reduzir as alíquotas de ICMS e ICMS-ST para os produtos de consumo básico e primeiras necessidades (alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais) por 4 meses.

Fomento à Manutenção das Empresas

  • Oferta de linhas de crédito com condições diferenciadas junto ao BNDES, BB ou CEF com a intenção de auxiliar os setores de comércio e serviços, notadamente as micro e pequenas empresas.
  • Pagamentos das linhas de crédito concedidas a longo prazo, com carência mínima de 12 (doze) meses, com taxas reduzidas e diferenciadas das existentes no mercado.
  • Os recursos poderão ser utilizados no pagamento de aluguéis, serviços de concessão pública, encargos e capital de giro.

Medidas já pleiteadas e aprovadas pelo Governo Federal

  • Suspensão do recolhimento do FGTS pelo prazo de 4 meses. O pagamento dos valores devidos se dará em 6 parcelas após esse prazo.
  • O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) prorrogou os tributos federais do Simples Nacional, por meio da Resolução CGSN nº 152 de 18 de março de 2020. A prorrogação foi concedida para os tributos que vencem em 20 de abril, maio e junho, e os novos vencimentos foram fixados para outubro, novembro e dezembro de 2020. Essa prorrogação é válida também para o MEI, que é um subconjunto do Simples Nacional. O problema é que os valores do ICMS e do ISS ficaram fora dessa dilação de prazo.
  • Flexibilização da legislação do teletrabalho (home office). Quanto à formalização de regime de trabalho remoto, sendo desnecessária celebração de termo aditivo exigido pelo art. 75-C da CLT, podendo ser estabelecido o regime do trabalho remoto por meio de norma interna da empresa, com facilitação do expediente.
  • Tornar orientativas as auditorias e fiscalizações do Ministério da Economia, Secretária do Trabalho e outros órgãos do executivo durante o período de crise.
  • Flexibilizar os treinamentos previstos em NR, bem como prorrogação da validade dos treinamentos vigentes que estejam vencendo nos próximos meses.
  • Edição de medida que possibilite o empregador conceder férias coletivas aos funcionários, dispensando a comunicação ao órgão local do Ministério do Trabalho e a antecedência mínima de 15 dias.
  • Permitir a antecipação de férias individuais, mesmo fora do período aquisitivo, e suspensão da obrigatoriedade do aviso de férias de 30 dias.
  • Permitir a troca de horários – mudanças de turno – de empregado com redução no tempo mínimo de comunicação feita pela empresa estabelecido em lei.
  • Permitir criação de regime especial de banco de horas, mediante acordo entre empregados e empregadores, sendo as horas compensadas com trabalho posterior, ao longo um ano, sem a necessidade de ACT e CCT.
  • Suspensão dos pagamentos de empréstimos contraídos junto às instituições financeiras, públicas e privadas, pelo prazo de 60 dias. O pagamento das parcelas suspensas se dará por meio da extensão do prazo originalmente acordado, sem acréscimo de juros e correção monetária.

Fonte: http://site.cndl.org.br/

BNDES detalha linha de 40 bilhões para micro, pequenas e médias empresas

O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, detalhou na tarde de hoje, 29 de março, a linha de R$ 40 bi do BNDES para folha de pagamento às micro, pequenas e médias.

A previsão de liberação dos recursos para pagamento da folha de pagamento é para o mês de maio, com objetivo de pagar o salário de abril, e informou que o BNDES está trabalhando para adiantar o processo operacional desse procedimento.

O Banco também expandiu a oferta de capital de giro da linha BNDES Crédito Pequenas Empresas, com pelo menos R$ 5 bilhões disponíveis para as micro, pequenas e médias empresas.

Sobre isso, Montezano atualizou que a instituição ouviu, ao longo da semana, demandas de empresários.

“Esse produto foi disponibilizado operacionalmente esta semana. Tivemos demanda pelo produto, que envolve agentes financeiros”, detalhou o presidente do Banco;

Tiago Peroba, chefe do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES, apresentou a nova ferramenta disponibilizada no site do BNDES pela qual é possível consultar quais instituições financeiras e cooperativas de crédito o empresário poderá ter acesso a linha crédito disponível, assim como, poderá comparar diretamente o percentual de juros cobrados em cada instituição.

Além disso, a linha de crédito para capital de giro poderá ser solicitada por negócios com faturamento anual de até R$ 300 milhões, com limite de financiamento por cliente de até R$ 70 milhões, carência de 24 meses com prazo total de 60 meses.

O objetivo da iniciativa é oferecer crédito rápido e flexível para empresas de todos os portes, amortecendo os impactos financeiros da pandemia sobre os empreendedores e contribuindo para a manutenção de empregos no Brasil.

Segundo Montezano, em apenas dois dias, houve demanda de 259 empresas em operações diretas demandando esse tipo de operação.

“Na próxima semana, os sistemas estarão prontos para que os clientes procurem os bancos privados”, informou Montezano.

O BNDES está oferecendo também a possibilidade de suspensão de pagamento de juros remuneratórios e principal por seis meses aos clientes dos financiamentos indiretos, ou seja, aqueles financiamentos obtidos junto a bancos, cooperativas e outros agentes financeiros credenciados.

O Banco detalhou também sua linha emergencial de até R$ 2 bilhões para empresas da área de saúde, chamada de programa “BNDES Apoio Emergencial ao Combate da Pandemia do Coronavírus”. A medida vai permitir entrega de 3 mil novos leitos emergenciais de UTI, 15 mil respiradores pulmonares, 5 mil monitores e 80 milhões de máscaras cirúrgicas no país para enfrentar o novo coronavírus.

O Conselho Monetário Nacional autorizou o BNDES a repassar recursos também para fintechs a partir de maio, com objetivo de ampliar os canais de acesso ao crédito das pequenas empresas.

O apoio aos Estados e Municípios nesse momento de pandemia depende da aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) n. 149/2019, que trata do Pacto Federativo (Plano Mansueto), para que o BNDES possa operar linhas de crédito diretamente junto com os Estados e Municípios.

Serviço
Tire suas dúvidas sobre crédito emergencial para capital de giro e suspensão de pagamentos no site do BNDES:
▪ Transparência: tabelas informativas sobre empréstimos feitos
▪ Todas as informações em: www.bndes.gov.br/creditoemergencial

Fonte: http://site.cndl.org.br/

Pontos pleiteados pela CNDL e UNECS são contemplados em Medida Provisória

Informamos que pontos pleiteados pela CNDL e UNECS foram contemplados na Medida Provisória nº 927/2020, editada ontem (22) pelo Governo Federal. A MP traz regras trabalhistas para enfrentamento da calamidade pública em função da COVID-19 (Pandemia de Coronavírus).

Pela MP, os acordos individuais entre empregado e empregador terão mais força que os acordos ou convenções coletivas de trabalho, ou seja, são superiores a própria CLT, tendo a Constituição Federal como limite. Também, de forma unilateral, pode determinar medidas emergenciais, como o teletrabalho (home office), a concessão de férias coletivas, a antecipação de férias individuais, o aproveitamento e antecipação de feriados.

A MP suspende também a exigibilidade do FGTS referente às competências de março, abril e maio de 2020, independentemente do número de empregados, adesão prévia ou atividade econômica desenvolvida.

Quanto aos exames médicos, durante a calamidade, apenas será exigido o demissional, estando dispensado os demais (ocupacionais, clínicos ou complementares).

DESTAQUES
Teletrabalho: poderá ser implantado independentemente de acordo, exigindo apenas um aviso de 48 horas de antecedência.

Férias individuais: antecipação de férias vincendas de período não inferior a 5 dias corridos ainda que o período aquisitivo não tenha transcorrido. Será feito mediante aviso com 48 horas de antecedência, por meio escrito ou eletrônico, indicando o período a ser gozado.

Férias coletivas: fica dispensada a comunicação prévia aos Sindicatos e do Ministério do Trabalho, não se exigindo ainda a aplicação do limite máximo de períodos anuais e o limite de dias corridos previsto na CLT.

Aproveitamento e antecipação de feriados: o empregador pode antecipar feriados desde que não religiosos, que exigem concordância do trabalhador. Deve informar com antecedência de 48 horas, podendo ser por escrito ou eletronicamente com indicação dos feriados aproveitados.

Banco de horas: durante o período de interrupção das atividades pelo empregador fica permita a compensação por meio de banco de horas, por um período de até 18 meses, contados do encerramento do estado de calamidade pública e respeitando o limite de até duas horas extraordinário por dia.

Fonte: CNDL 

Funcionários felizes produzem mais

pessoas felizes reunidas

Diversas pesquisas já comprovaram que os funcionários felizes produzem mais. Aliás, de acordo com a Universidade da Califórnia (EUA), quando os colaboradores estão satisfeitos com o trabalho há um aumento de mais de 30% nas vendas. Em contrapartida, quando existe algum tipo de insatisfação esse índice tende a cair. Portanto, é papel de todo gestor encarar a satisfação do colaborador como um investimento e não um gasto.

Afinal de contas, os bons resultados são importantes para o crescimento da sua empresa. No entanto, a dúvida é sempre é a mesma: como deixar os funcionários felizes para produzirem mais? Abaixo você encontra algumas dicas! Planos de benefícios e bônus sem sombra de dúvidas um dos principais meios de fazer com que seus colaboradores sejam mais animados, motivados e produtivos é oferecer planos de benefícios e bônus. Isso porque, ter o trabalho reconhecido e recompensado deixa qualquer pessoa feliz.

Então, é interessante adotar algumas estratégias, como:
 Prêmios para os funcionários mais produtivos do mês;
 Folgas como um prêmio;
 Bonificação por meta atingida;
 Presentes em datas comemorativas.

Todos esses benefícios se refletem em uma em um funcionário bem mais
alegre, capaz de executar suas atividades com uma maior eficácia. Atenção com a carga horária de trabalho buscando aumentar a produtividade algumas empresas aumentam a carga horária de trabalho. Entretanto, esse tipo de atitude acaba deixando os colaboradores estressados, insatisfeitos e desmotivados. Consequentemente, esse comportamento e sentimento acaba refletindo nos índices da empresa. Em contrapartida, pensar em uma carga horária mais flexível e moderada reflete de modo direto em funcionários felizes que produzem mais. Sendo assim, é interessante adotar pausas programadas durante os expedientes, além de fornecer momentos de relaxamentos.

Proporcione um ambiente agradável

Proporcionar um ambiente agradável é também papel do gestor para que
os funcionários fiquem mais felizes. Para isso, basta adotar algumas medidas simples, como deixar a disposição os equipamentos necessários para que o colaborador execute as suas tarefas, por exemplo. Além disso, deixe de lado um pouco a formalidade, tornando o ambiente mais confortável para todos. O resultado disso vai ser uma equipe bem mais produtiva e que trabalha de modo eficiente em prol de uma meta em comum.

Invista nos funcionários

Fazer investimentos nos funcionários é uma das estratégias que mais funciona para que eles sejam felizes. A razão para isso é que essa atitude demonstra preocupação com colaboradores. Então, quando você promove um curso profissionalmente, por exemplo, além de melhorar as habilidades da sua equipe, você está beneficiando o seu negócio. Ora, eles se tornam melhores naquilo que fazem, o que resulta em profissionais capacitados e produtivos. Além disso, aprender coisas novas é dar um senso de propósito para aquilo que ele executa dentro da empresa. Afinal, quando se passa muito tempo exercendo a mesma atividade é normal não enxergar mais valor naquilo.

Conclusão

Como visto, funcionários felizes produzem mais e é de sua responsabilidade adotar medidas que tornem o trabalho dentro da sua empresa mais prazeroso. Em vista disso, coloque em prática as estratégias que foram mencionadas acima. Como visto, funcionários felizes produzem mais e é de sua responsabilidade adotar medidas que tornem o trabalho dentro da sua empresa mais prazeroso. Em vista disso, coloque em prática as estratégias que foram mencionadas acima.