Como o varejo lucra com a economia do reparo

Como o varejo lucra com a economia do reparo

Você é do ramo de vestuários? Confira essa interessante matéria de Fernanda Peregrino da revista Varejo S/A.

Serviços de reparo e customização podem atrair e fidelizar um público cada vez mais comprometido com a sustentabilidade e em reduzir os gastos

 

No mundo todo, cresce o número de pessoas que buscam cuidar, reparar e reutilizar, aponta relatório recente da WGSN, consultoria internacional especializada em identificar tendências. Este comportamento é influenciado, em grande medida, pela redução do poder de compra dos consumidores, em função da inflação vista em vários países, e maior comprometimento com a sustentabilidade.

Isso significa que há um grande contingente de indivíduos querendo economizar dinheiro e, consequentemente, preferindo reaproveitar seus pertences e recorrer a mercados de segunda mão. O objetivo é potencializar o uso dos itens que já possuem e gastar menos com coisas novas.

Os varejistas podem aproveitar este comportamento para inovar e incrementar os serviços da loja, facilitando para o consumidor a tomada de decisões mais sustentáveis. Neste sentido, é uma boa iniciativa passar a oferecer serviços de conserto. Outra oportunidade é revender itens reaproveitados em bom estado e por um preço que o bolso agradece. É possível ainda na customização de peças de segunda mão, com o apoio de designers e costureiras. O mote é garimpar e encontrar peças verdadeiramente únicas sem gastar muito.

“A sueca Nudie Jeans está na vanguarda dos reparos na loja, com artesãos trabalhando em suas 33 lojas no mundo todo e consertando quase 46 mil pares de jeans ao longo de 2020. Em 2021, a loja colaborou com a varejista de moda de luxo Browns para levar essa proposta adiante, criando uma cápsula de edição limitada que consiste em peças de jeans reparadas, batizada de Re-worked. A peça ‘salvaged selvedge’, por exemplo, incorpora retalhos de diferentes tipos de jeans, criando itens exclusivos a partir de peças que iriam para o aterro”, a WGSN traz como exemplo em seu relatório.

Ajuste e aluguel


Neste cenário econômico, muitas famílias com crianças pequenas buscam alternativas econômicas para deixar as crianças sempre bem-vestidas. As roupas ficam rapidamente pequenas, e nem sempre o bolso acompanha o ritmo de crescimento dos pequenos. Por isso, serviços de aluguel e brechós de roupas infantis são ótimos modelos de negócios.

No Reino Unido, o clube de assinatura Thelittleloop aluga roupas infantis para crianças em crescimento. Assinando um plano mensal fixo (disponível em três níveis), os clientes têm acesso a uma variedade de roupas de marcas parceiras e podem ficar com os itens pelo tempo que quiserem. A empresa tem um sistema de crédito por meio do qual o consumidor recupera os créditos assim que as peças alugadas são devolvidas. Depois de cada locação, os itens são cuidadosamente recondicionados e reparados em caso de algum dano ocorrido durante as brincadeiras.

O aplicativo londrino Sojo recomenda alfaiates locais e ainda oferece serviço de bicicleta para busca e entrega dos itens a serem reparados. O app também incentiva os usuários a comprarem roupas de segunda mão, mesmo que não sirvam perfeitamente, aproveitando o serviço simples e acessível da Sojo para ajustar a peça.

Reparos inclusos


Para atrair este público, o varejo pode também incorporar, sobretudo nas lojas físicas, serviços de ajuste e conserto no custo de peças novas. Esta é uma estratégia interessante para construir um relacionamento duradouro com a clientela, incentivando a visitar a loja e construindo uma reputação de consciência ecológica.

“Embora os esquemas próprios de revenda e reciclagem tenham explodido nos últimos meses, os sistemas de reparo oferecem uma solução muito mais econômica para as lojas e uma experiência mais personalizada para os clientes. Oferecer reparos gratuitos ou a valores baixos é uma forma de afirmar a qualidade das roupas da marca, além de estimular um relacionamento contínuo com o cliente, já que a transação não termina no momento da venda”, aponta a WGSN em seu relatório.

Em fevereiro de 2022, a varejista de moda Uniqlo, que já oferecia ajustes de baixo custo para suas calças, lançou mais um serviço de reparo em sua principal loja, em Nova York: por uma pequena taxa, a sua equipe de ajustes conserta pequenos rasgos e zíperes quebrados. Os casos que exigirem reparos maiores, o cliente recebe uma verdadeira consultoria individual.

Desafios


O serviço de reparo não exige muitos equipamentos, no entanto, as empresas podem ter dificuldade para encontrar profissionais qualificados. Os varejistas que tiverem dificuldade em encontrar costureiras e até mesmo designers podem oferecer programas ou estágios de treinamento, criando áreas dedicadas a esses artistas de reparos e customização e uma atmosfera única e experimental. Um diferencial competitivo em tempos nos quais a experiência de consumo é essencial para atrair e manter consumidores na loja física.

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NÚCLEO CDL DE FEU ROSA INICIA SEU CRONOGRAMA DE CURSOS E CAPACITAÇÕES

NÚCLEO CDL DE FEU ROSA INICIA SEU CRONOGRAMA DE CURSOS E CAPACITAÇÕES

O Núcleo CDL de Feu Rosa segue firme no seu trabalho! Depois do sucesso de seu lançamento oficial em fevereiro, a apresentação dos seus objetivos a comunidade e a exibição do filme-documentário “Florescer em Feu Rosa”, o Núcleo iniciou seu cronograma de cursos.

E na noite de ontem (22) foi iniciado no bairro, no Centro de Juventude, o primeiro curso oferecido pelo Núcleo aos comerciantes e empresários.

O curso terá duração de dois dias e contou com ampla adesão dos comerciais locais. Trabalha a temática do “Planejamento Financeiros para Negócios”, e está sendo ministrado pela experiente consultora Mara Stocco, que atua há mais de 12 anos na área de consultoria e gestão empresarial.

Para a diretoria da CDL Serra e a Coordenadora Geral do Núcleo Feu Rosa, Kelly Cristina, esta é só a primeira de muitas ações de capacitação que no Núcleo pretende realizar ao longo do ano. Campanhas comerciais e atividades de fomento do comércio local também estão no cronograma.

É a CDL Serra, com sua missão e espírito associativista, contribuindo com o desenvolvimento do setor lojista e varejista da Serra, seja na cidade como um todo, quanto nos seus principais bairros e praças comerciais.

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VENDAS PARA O NATAL 2021 DEVEM VOLTAR AO PATAMAR PRÉ-PANDEMIA

VENDAS PARA O NATAL 2021 DEVEM VOLTAR AO PATAMAR PRÉ-PANDEMIA

É o que afirma pesquisa Confederação nacional de dirigentes lojistas(CNDL)

As vendas do comércio para o Natal de 2021 prometem voltar ao patamar de antes do período pandêmico. É o que aponta pesquisa realizada pela Confederação nacional de dirigentes lojistas (CNDL). De acordo com os dados levantados, 77% dos consumidores pretendem comprar presentes no fim do ano. A tendência demonstra uma ampliação em 23 pontos percentuais, quando comparada ao ano passado.

De acordo com os dados da pesquisa, estima-se que 123,7 milhões de pessoas devem ir às compras de presentes em 2021. Em 2019, o percentual era de 77% de consumidores que tinham intenção de ir às compras. Dessa forma, a tendência é que o patamar de consumo volte aos números registrados no período pré-pandemia.

Ainda segundo a pesquisa, em média, os consumidores pretendem comprar quatro ou cinco presentes no Natal, com um gasto médio de R$122,78. Com isto, estima-se uma movimentação econômica de aproximadamente R$ 68,4 bilhões.

Os produtos mais com maiores expectativas de compra para o Natal são as roupas. Segundo o levantamento, 61% dos entrevistados pretendem adquirir itens de vestuário. Os brinquedos vêm em segundo lugar, com 37% de estimativa de compra. Logo em seguida, os perfumes e cosméticos, com 36% de expectativa de aquisição.

Internet

A expectativa de vendas pela internet é outro dado importante apresentado pela pesquisa. Em média, 45% dos presentes serão comprados on-line. Os canais de compra via web mais utilizados devem ser os sites (76%), com destaque para os de lojas varejistas nacionais e em sites internacionais, os aplicativos (72%) e o Instagram (23%). Além das vendas on-line, os principais locais de compra dos presentes serão as lojas de departamento (43%) e o shopping center (40%).

Parcelamento

O parcelamento das compras será a estratégia de 49% dos consumidores. Entre os que pretendem pagar parcelado, o número médio será de 6,3 parcelas. De acordo com o levantamento, 49% pretendem parcelar as compras para ter condições de comprar todos os presentes, 43% afirmam que mesmo tendo condições de pagar à vista, preferem pagar desta forma para garantir sobra de dinheiro no orçamento e 28% para poder comprar presentes melhores.

Levantamento da CNDL
A pesquisa realizada pela CNDL / SPC Brasil em parceria com a Ofter Wise pesquisas entrevistou consumidores das 27 capitais brasileiras, homens e mulheres, de todas as classes econômicas. Os dados foram colhidos pela internet, entre os dias seis e 14 de outubro.

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Conheça os meios de pagamento mais usados pelos brasileiros

Conheça os meios de pagamento mais usados pelos brasileiros

O PIX é o segundo meio de pagamento mais utilizado no Brasil, aponta CNDL/SPC Brasil; rapidez e praticidade são os principais motivos apontados

Os meios de pagamento são tão importantes quanto os produtos e serviços que serão oferecidos pelo negócio. Quanto mais possibilidades de pagamentos sua empresa disponibilizar, maior a quantidade de clientes que poderá atender. Esta variedade é importante, sobretudo, para as lojas virtuais, que não têm limite geográfico para a concorrência.

Agora, quais serão os métodos mais utilizados pelos brasileiros? Segundo pesquisa divulgada hoje (27) e realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae, os meios de pagamentos digitais ganharam força durante a pandemia da Covid-19. As modalidades de pagamento mais utilizadas pelos brasileiros são: dinheiro (71%), PIX (70%), cartão de débito (66%) e cartão de crédito (57%).

“Os números oficiais sobre o PIX, divulgados pelo Banco Central do Brasil, mostram uma adesão muito rápida a esse meio de pagamento. Segundo a autoridade monetária, o número de usuários que já fizeram ao menos uma transação por PIX está próximo de 80 milhões – vale lembrar que essa novidade ainda não completou nem um ano de operação”, destaca o presidente da CNDL, José César da Costa.

Confira a pesquisa Meios de Pagamento na íntegra.

De acordo com o levantamento, 83% dos usuários preferem o PIX por sua rapidez e praticidade. Ao serem questionados por qual motivo usam o PIX, 62% responderam que o valor é transferido na hora; a rapidez e praticidade foi mencionada por 57%; e a gratuidade de taxas e tarifas citada por 42%. O PIX é muito usado para a transferência de saldos para amigos e parentes (88%), seguida de pagamento de serviços (40%); de compras pela internet (26%) e de alimentos (18%); restaurantes (17%); e consultas médicas (12%).

Confira mais dados da pesquisa Meios de Pagamento, que podem ajudar você a escolher os melhores métodos para o seu negócio:

  • Lojas físicas: nas compras em lojas físicas, os cartões de débito (32%) e crédito (30%) e o dinheiro (25%) são os meios mais utilizados. Estas lojas recebem a maior parte do pagamento à vista (66%).
  • Lojas virtuais: Já o cartão de crédito é o preferido nos pagamentos de compra online (52%), sendo que 53% das vendas são à prazo.
  • Contas de consumo: o dinheiro é o meio mais utilizado para pagamentos de contas de consumo (32%).
  • Pandemia: 67% dos entrevistados relataram mudanças nas formas de pagamento em decorrência da pandemia, sendo que 45% passaram a fazer mais pagamentos de forma online (incluindo transferências e PIX), 23% passaram a utilizar mais o cartão de crédito, 21% passaram a utilizar o cartão de débito e 5% passaram a utilizar mais dinheiro. Para 33%, não houve mudança – neste caso, podendo haver consumidores que já adotavam práticas que foram recomendadas durante a pandemia.
  • Carteiras digitais e aproximação: considerando os consumidores que costumam utilizar cartões e carteiras digitais – cartão de crédito, cartão de débito, Paypal, Pag Seguro, Moip, Pic Pay, Mercado Pago, Samsung Pay, Apple Pay etc. –, mais da metade (59%) já fez pagamentos por aproximação. A rapidez e a praticidade foi o principal motivo, citado por 53% dos que usaram a tecnologia. A comodidade de não precisar digitar a senha também pesou, mencionada por 39%. O cartão físico foi o principal meio de pagamento por aproximação, citado por 91% dos consumidores que já usaram a tecnologia. Smartphone e smartwatch foram citados por, respectivamente, 18% e 4%.
  • QR Code: 18% dos internautas mencionaram o costume de usar o QR Code para pagamentos. Entre estes consumidores, a rapidez e a praticidade foram os motivos mais apontados para o uso, citadas por 63%; e 31% indicaram a alta aceitação nos estabelecimentos. Entre os que não costumam pagar através de QR Code, 25% acreditam que a maioria dos estabelecimentos ainda não aceita este tipo de pagamento e 20% têm dificuldades de saber como funciona.

Quais as vantagens de cada meio de pagamento
Como o levantamento mostra, os meios de pagamento vêm se multiplicando e os consumidores querem que as empresas acompanhem o ritmo das mudanças, facilitando as compras.

Não é possível afirmar que uma forma de pagamento é melhor que a outra. A empresa precisa avaliar as vantagens e desvantagens de cada uma, sempre considerando a realidade do negócio e o perfil do seu cliente.

Conheça as vantagens de alguns meios de pagamento disponíveis no mercado:

  • Dinheiro: a empresa tem liquidez, pois recebe o dinheiro no ato da venda; não paga taxa sobre cada transação, cobrada em outros meios de pagamento; e não exige cadastros complexos.
  • Cartão de crédito e débito: esta modalidade de pagamento é essencial para conquistar uma grande parcela do seu público-alvo. Segundo o estudo da CNDL e SPC Brasil, no dia a dia, 41% dos consumidores utilizam cartão de débito; e 36%, cartão de crédito. A modalidade é segura, uma vez que evita que a empresa tenha muito dinheiro em caixa.
  • Boleto bancário: de modo geral, a taxa cobrada pelo banco por boleto emitido é menor do que as que envolvem uma transação por cartão de crédito ou débito. A partir do pagamento do boleto (que é identificado via conciliação bancária), o dinheiro entra na sua conta em até três dias úteis.
  • Transferência bancária: a empresa passa o número da conta da sua empresa para o cliente, que transfere ou deposita o dinheiro e envia o comprovante da operação. É livre de taxas para quem recebe o pagamento, e o dinheiro entra em poucas horas ou, no máximo, no dia seguinte.
  • Aproximação: permite que o cliente pague pela compra aproximando um dispositivo da máquina de cartão. Pode usar um smartphone (pagamento por meio de carteira digital), o próprio cartão de débito/crédito ou um dispositivo vestível (Ex: pulseiras e relógios inteligentes), desde que seja compatível com a tecnologia NFC (Near Field Communication). Para compras abaixo de R$ 100,00, o cliente não precisa nem digitar a senha, tornando o processo muito mais ágil e prático.
  • Carteiras digitais: as e-wallets ou as carteiras digitais são aplicativos de celular ou tablet que guardam as informações do usuário usadas nas transações online. Os apps possuem bons recursos de privacidade e segurança, que vão de criptografia até autorização biométrica.

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Nasce a NDL de Feu Rosa – Serra ES

Nasce a NDL de Feu Rosa – Serra ES

O Diretor Executivo da CDL Serra, Samuel Valle, conduziu o evento de formação do Núcleo CDL de Feu Rosa, nas dependências do SENAC da Serra, na manhã de hoje (18).

Os objetivos principais do NDL de Feu Rosa, além de proporcionar as vantagens do associativismo e oferecer dezenas de produtos e serviços oferecidos pela CDL para o crescimento e desenvolvimento do comércio, é fomentar a atividade comercial interna das microrregiões da cidade, aglomerados urbanos, muitas vezes, maiores que muitos municípios capixabas.

Em clima de muita alegria e satisfação, o evento reuniu parte da equipe da CDL e os Coordenadores do Núcleo Feu Rosa, formado por empresários e comerciantes daquele que é um dos maiores bairros do município da Serra, com cerca de 40 mil moradores, e que comporta uma praça comercial com centenas de comércios formais.

É a CDL Serra associando proteção e sucesso para o setor lojista e do comércio da Serra



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5 dicas para adequar a sua empresa à LGPD e evitar multas

5 dicas para adequar a sua empresa à LGPD e evitar multas

Embora Lei Geral de Proteção de Dados tenha entrado em vigor em 18 de setembro de 2020, só em 1º de agosto de 2021 a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) passou a estar autorizada a aplicar penas às empresas flagradas descumprindo a LGPD. As penalidades vão desde advertência até multas de 2% do faturamento, podendo atingir até R$ 50 milhões.

“A conformidade com a LGPD traz uma competitividade muito grande para as empresas, além de trazer o conceito da própria exigência legal a necessidade de um sistema de Governança, que nada mais é que um conjunto de regras e procedimentos que visam criar um sistema de proteção para a lei”, diz Rubens Leite, advogado e sócio-gestor da RGL Advogados.

O especialista listou cinco dicas para quem deseja se adequar à LGPD:

1ª – Crie um comitê de adequação à LGPD
A primeira etapa para realizar qualquer tarefa deve ser sempre traçar uma estratégia. Dessa forma, construir um comitê, que será responsável por este processo, é fundamental. É importante que ele seja composto de membros de tecnologia, processos, do jurídico e também de consultores externos.

2ª – Mapeie seus dados
É essencial saber onde estão armazenados os dados coletados e por onde eles passaram até chegar no servidor, criptografados. A empresa, que coleta os dados dos seus clientes, fornecedores e funcionários, por exemplo, assumirá o papel de “controlador” pela LGPD, independentemente de quem será o “operador” – pessoa de dentro da empresa, responsável por transformar os dados em informações. Se o operador fizer mau uso ou perder os dados, a culpa recairá sobre o controlador. Portanto, é extremamente importante mapeá-los e fazer um acompanhamento constante.

3ª – Reforce sua política de segurança
Capriche no Termo de Uso dos dados da empresa e torne público aos usuários, sejam eles internos ou externos. Explique quais serão os dados coletados, como eles ficarão armazenados, quem mais terá acesso a eles, por quanto tempo serão retidos e como eles serão destruídos após o uso. Não colete nenhuma informação que não seja extremamente necessária para o negócio. Além disso, deve ser feito um termo de consentimento para permissão de tratamento de dados pelos seus titulares.

4ª – Crie uma cultura de conscientização
A empresa, que será a “controladora” dos dados, precisa repassar suas normas de segurança para todos os seus funcionários e fornecedores, para que eles estejam em conformidade com os procedimentos. Investir numa cultura de segurança é fundamental, para que ninguém, do menor ao maior nível hierárquico da empresa, infrinja a LGPD. Por isso, treinamentos constantes com toda a equipe é fundamental para o sucesso da implementação.

5ª – Faça uma auditoria externa
Por mais que os profissionais de TI e segurança da informação estejam a par dos processos, uma auditoria externa e especializada é imprescindível para apurar se os processos estão realmente adequados à LGPD e quais são as possíveis falhas e riscos, para poder corrigi-los. Esse é o início de um programa de implementação de LGPD, mas existem ainda outras etapas e documentos para que o programa seja completo, de sucesso e para se evitar o vazamento de dados pessoais.

Fonte: Mercado&Consumo

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Pequenos negócios respondem por 72% dos empregos gerados no país

Pequenos negócios respondem por 72% dos empregos gerados no país

Em 12 meses, foram mais de duas mil vagas, diz o Sebrae.

Os pequenos negócios apresentaram um saldo positivo de 2.094.812 empregos com carteira assinada, o que significa 71,8% das vagas criadas no país. Número quase três vezes superior ao das médias e grandes que contrataram, entre julho de 2020 e julho de 2021, 717.029 trabalhadores, segundo levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

Apenas em junho de 2021, as micro e pequenas empresas (MPE) apresentaram 871.197 admissões contra 654.801 desligamentos, resultando em um saldo positivo de 216.396 empregos gerados. Esse montante equivale a 70% do total de empregos no território nacional. Já as médias e grandes empresas (MGE) fizeram 663.993 admissões contra 596.048 desligamentos, com saldo positivo de 67.945 empregos, o que equivale a 21,9% do total gerado no país.

Ainda de acordo com Sebrae, o segmento de serviços, um dos mais afetados pela pandemia de covid-19, foi o que mais gerou empregos. Em junho, essas empresas criaram 87,2 mil novas vagas, seguidas pelas do comércio com 63,2 mil, indústria da transformação com 30,9 mil, construção civil com 26,4 mil e agropecuária com 5,9 mil. Todos os setores das MPE apresentaram resultado positivo, diferentemente do que ocorreu nas MGE, que fecharam cerca de 6 mil vagas na construção civil.

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CDL SERRA OFERECE PLANO DE SAÚDE EMPRESARIAL COM TABELA DE PREÇO COMPETITIVA E REDUÇÃO DA BUROCRACIA

CDL SERRA OFERECE PLANO DE SAÚDE EMPRESARIAL COM TABELA DE PREÇO COMPETITIVA E REDUÇÃO DA BUROCRACIA

No início deste ano, a empresária Márcia Rodrigues Machado, sócia administrativa da loja Sinai Material de Construção, de Serra Dourada II, começou a sentir os sintomas da Covid-19, principalmente tosse persistente.

Àquela época, com o avanço da pandemia, os hospitais estavam lotados. Márcia recorreu então ao plano de saúde empresarial que havia contratado por meio da Câmara de Dirigentes Lojistas da Serra – CDL-Serra. Apesar da tosse, felizmente, o teste para coronavírus deu negativo. Porém, meses depois, dois de seus colaboradores contraíram à Covid e também recorreram ao plano de saúde contratado. Nos funcionários, a doença progrediu com sintomas leves.

Os casos da empresária Márcia e de seus colaboradores demonstram a importância da adesão aos convênios de planos de saúde oferecidos pelo CDL- Serra. Atualmente, a instituição trabalha com duas operadoras (Unimed e Samp) com excelente atendimento e tabelas de preço competitivas para associados.

 DA BUROCRACIA

De acordo com Zenilberson Raposo, que atua no setor comercial da CDL-Serra, uma das vantagens mais significativas oferecidas aos associados, além das tabelas de preço competitivas, é a agilização da burocracia, já que a CDL faz a mediação entre os empresários e as operadoras de plano de saúde. “Nós temos uma parceria com a Unimed e com a Samp. Nosso atendimento é humanizado e personalizado, e atuamos na movimentação e na orientação. Por exemplo, caso um associado queira incluir ou excluir um funcionário, nós é que fazemos esse processo burocrático. O empresário só irá se preocupar com seu negócio”, explica Zenilberson Raposo.

A empresária Márcia elogia a agilidade oferecida pela CDL: “fiz o plano empresarial da CDL há três anos e estou satisfeita! O pessoal da CDL nos atende com cortesia e rapidez. Totalmente on line. Sempre que preciso de uma assinatura, por exemplo, eles encaminham um funcionário até minha sala para colher o documento e assim não temos que nos deslocar até o plano”.

 COMO ADERIR

Para aderir ao plano de saúde empresarial do CDL-Serra, o interessado, primeiramente, torna-se um associado da entidade. E para isso, há distintos planos de adesão. O primeiro plano oferece ao lojista um pacote de dados. Caso não deseje o pacote de dados, também é possível se associar por um pacote mínimo no valor de R$ 31,00.

Entre as vantagens dos Planos de saúde dos conveniados da CDL estão: atendimento personalizado, orientação, cadastro e movimentação dos beneficiários.

CANTINHO DO ASSOCIADO!

A associada que participou dessa matéria, Márcia Rodrigues Machado, é uma das empresárias de maior êxito no ramo de vendas de materiais de construção da Serra.   É sócia administradora da loja Sinai, em Serra Dourada II. É associada da CDL-Serra há sete anos. Com formação em gestão financeira, estabeleceu como meta que em cinco anos seriam uma das principais lojas de materiais de construção da Serra: “Começamos pequenos. Hoje podemos dizer que atingimos nosso objetivo. Trabalhamos com materiais desde o início da obra até a decoração. É uma loja que vende materiais pesados e de acabamento também”, destaca a empresária.

 Texto: Sílvia Gonçalves – Agência Zênite

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CDL Serra discute a questão da organização e da segurança do comércio na Av. Central de Laranjeiras

CDL Serra discute a questão da organização e da segurança do comércio na Av. Central de Laranjeiras

Na manhã de hoje (14) a diretoria executiva da CDL Serra reuniu-se com comerciantes da Av. Central de Laranjeiras, para tratar o problema da organização e da segurança da maior avenida comercial da Serra.

Considerada por muitos como um verdadeiro shopping a céu aberto, a Av. Central é a principal via do varejo e do comércio do município. E é justamente por sua importância econômica e simbólica para cidade, que a CDL e os inúmeros empresários que atuam na avenida realizam periodicamente debates acerca de ações e demandas que possibilitem melhorias e desenvolvimento para a via comercial, que é frequentada por praticamente toda população da Serra.

O encontro de hoje tratou especificamente da organização e da segurança do local, fatores fundamentais para e manutenção e autosustentabilidade desse valioso eixo de comércio e de serviços.

A CDL Serra realiza constantemente reuniões com comerciantes e empresários de várias praças comerciais, sejam eles seus associados ou empreendedores interessados nos seus núcleos de formação e fomento do setor lojista e do varejo.

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FCDL-ES lança campanha de prevenção à Covid-19

FCDL-ES lança campanha de prevenção à Covid-19

Para marcar o início da campanha, será realizado em 52 cidades capixabas o “Dia D de Conscientização”

Estratégias para conter o avanço do novo coronavírus no Espírito Santo fizeram com que o comércio precisasse fechar as portas em meio à quarentena imposta pela pandemia. Alguns estabelecimentos suspenderam o funcionamento por um período e outros não suportaram o impacto da crise e encerraram suas atividades definitivamente.

Com o objetivo de estimular o setor a superar esse momento desafiador, a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Espírito Santo (FCDL-ES) desenvolveu a campanha “Quando você se cuida aí, nosso comércio abre as portas aqui”, que será lançada na próxima segunda-feira (14) e conta com o empenho de quem tem papel fundamental na retomada da economia: o consumidor.

“O comércio já foi fechado várias vezes e o impacto para a economia e toda a população foi muito grande. É hora de deixar as questões políticas de lado e unir toda a sociedade em torno da prevenção do contágio, enquanto a vacina não chega para todos. Essa campanha vai mobilizar lojistas, funcionários e toda a sociedade para que o comércio não precise fechar as portas novamente”, disse o presidente da FCDL-ES, Celso Costa.

Para marcar o início da campanha, será realizado em 52 cidades capixabas o “Dia D de Conscientização”, quando representantes das CDLs de cada localidade farão ações no comércio local, com distribuição de bótons e cartazes nas ruas e estabelecimentos. A ação terá início simultâneo às 10 horas.

A ideia é fazer um reforço, junto aos lojistas e seus funcionários, sobre todos os cuidados a serem tomados no ponto de venda para evitar a transmissão da doença e torná-los multiplicadores desse conhecimento. Todas as informações também estão disponíveis no site www.seucomercioseguro.com.br.

Em paralelo, inicia-se também uma grande campanha em TV aberta, rádios, outdoor, portais de notícias e redes sociais para conscientizar a população em geral sobre a importância de cuidados, como uso de máscaras, limpeza das mãos, além da necessidade de evitar aglomerações e manter o distanciamento social.

A campanha conta com a parceria do Sebrae, do Sicoob e da Unimed, que vão aumentar ainda mais a capilaridade dessa grande conscientização, já que estão presentes em alguns municípios onde não há uma Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Mais informações: Presidente CDL Serra –  Jóse Antonio Pupim

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