Dia das Crianças Deve Movimentar R$ 10 Bilhões

Dia das Crianças Deve Movimentar R$ 10 Bilhões

De acordo com pesquisa realizada pela CNDL em parceria com Offer Wise, 72% dos consumidores devem ir às compras. Internet será o principal local de compra

O cenário de incertezas trazido pela pandemia da Covid-19 não deverá atrapalhar o Dia das Crianças deste ano. Mesmo em meio a um cenário econômico desafiador, 72% dos consumidores devem ir às compras. É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pela Offer Wise em todas as capitais. A expectativa é de que o varejo movimente aproximadamente R$ 10,87 bilhões.

Mesmo com os efeitos da pandemia se fazendo presentes na rotina e nas finanças da grande maioria dos brasileiros, o percentual daqueles que irão realizar compras na data não mostrou diferença significativa em comparação ao ano passado (73,3%).

O presidente da CNDL, José César da Costa, destaca que o Dia das Crianças é uma importante data para o comércio, que possibilita entender as tendências das compras de final de ano.

“Os dados de intenção de compra servem de termômetro para o fim de ano, ao trazer as primeiras impressões do que deve acontecer no Natal. Além disso, o varejista, que esteve boa parte do ano de portas fechadas, conta com as vendas do Dia das Crianças neste momento de retomada econômica”, afirma Costa.

Na pesquisa, é possível notar o reflexo das adversidades atuais do cenário econômico quando a maior parte daqueles que não vão adquirir presentes alega que está sem dinheiro (25%). Além desses, 24% não possuem nenhuma criança entre o círculo familiar ou de amigos que queiram presentear e 14% afirmam estar desempregados. Entre aqueles que deixarão de presentear por não ter dinheiro, estar desempregado ou não poder encontrar o filho na data, 71% citam os impactos da pandemia da Covid-19.

Tendo em vista a quantidade de itens que devem ser comprados, três em cada dez entrevistados vão adquirir dois presentes (31%), enquanto 27% pretendem comprar somente um presente, e 18%, três presentes. Em média, os consumidores vão adquirir 2,3 presentes. O gasto médio deve ser de R$ 209,33 com todos os presentes na data, valor bastante parecido à intenção de compras da pesquisa de 2019 (R$ 198,79).

Considerando as formas de pagamento que deverão ser mais utilizadas, 82% garantem que pretendem pagar à vista, especialmente em dinheiro (49%) e no cartão de débito (31%). Ao mesmo tempo, 36% optarão pelo parcelamento, sobretudo no cartão de crédito (32%). A média será de 4,0 parcelas, o que significa que essas pessoas estarão pagando pelos presentes até o início de 2021. 

“Uma vez que há maior propensão dos consumidores para o pagamento à vista, vale a pena o empresário buscar recursos para incentivar clientes a pagarem suas compras nesta modalidade, o que irá gerar maior fluxo de caixa, além de economia com taxas de cartão e antecipação bancária”, afirma o presidente da CNDL, José César da Costa.

De acordo com a pesquisa, 83% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço antes das compras, sendo que 76% pretendem pesquisar os preços pela internet, principalmente em sites e aplicativos (65%).

Já 70% vão pesquisar preços sem o auxílio da internet, principalmente nas lojas de rua (38%) e de shopping (36%).

Os produtos mais visados neste Dia das Crianças serão as roupas e calçados (38%), bonecos/bonecas (33%) e os jogos de tabuleiro/educativos (28%). A grande maioria dos consumidores que pretende realizar compras para a data optará pela primeira semana de outubro (45%), enquanto 21% o farão ainda em setembro e 14% irão às lojas na véspera do evento.

Os locais de compra mais citados pelos entrevistados são a internet/lojas virtuais (34%), o shopping-center (31%) e as lojas de rua/bairro (24%). Considerando aqueles que realizarão suas compras na internet, 79% vão utilizar sites, 54% os aplicativos e 20% o Whatsapp.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na hora de escolher onde realizar as compras do Dia das Crianças são o preço (52%), as promoções e descontos (41%), a qualidade (31%) e os procedimentos de segurança com relação ao coronavírus (26%).

O presidente da CNDL destaca a importância de os varejistas adaptarem seus atendimentos e vendas aos canais virtuais, mesmo aqueles que não possuem e-commerce.

“Estratégias de abordagem multicanais – como lojas físicas que utilizam recursos de vendas on-line – que adotem divulgação por meio de redes sociais e envio de ofertas ao consumidor via whatsapp, quando aliadas a um sistema de entrega eficiente, podem ser grandes forças no aumento das vendas das lojas de bairro e shoppings, sobretudo do pequeno e médio varejo. Vale ainda trabalhar o uso de imagens e ofertas exclusivas para atrair atenção do consumidor”, afirma o presidente da CNDL.

Fatores determinantes para as compras
Quando se trata do processo de decisão de compra, os fatores mais levados em conta pelos consumidores entrevistados na hora de escolher os presentes são a qualidade (24%), o preço (18%), o desejo do presenteado (17%) e as promoções/descontos (17%).

Além da opinião dos adultos, a criança também costuma exercer papel crucial no momento de escolher os presentes. Tanto que, embora a maioria dos entrevistados afirme escolher os presentes sozinhos ou com ajuda de outro adulto (44%), quatro em cada dez (38%) decidem conjuntamente com a criança, e 16% deixam a escolha unicamente para a criança.

Nove em cada dez entrevistados acreditam que a publicidade infantil influencia a pedir presentes (89%). Ainda sobre possíveis fatores de interferência na escolha dos presentes, 84% mencionam a influência de outras crianças, sendo que 45% pensam ser pequena e 39% pensam ser grande.

Por fim, quatro em cada dez admitem que há pressão da criança para adquirir o presente que ela quer (39%), sendo que 16% não cedem e 23% acabam comprando o item. Por outro lado, 60% garantem que não há essa pressão. Considerando o momento da compra, 35% dizem que foram ou irão acompanhados da criança.

Por:  

Compartilhe Esta Postagem

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Assine a nossa newsletter

Receba atualizações e aprenda com os melhores

Mais para explorar

Deseja Saber Mais Sobre Nossas Soluções

Vamos Conversar

© 2020 CDL Serra - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por

Conhecer os Clientes para Recuperar Lucros

Conhecer os Clientes para Recuperar Lucros

Conhecer Melhor o Cliente Pode Ser Estratégia Fundamental Para Recuperar Lucros Neste Período de Retomada do Comércio.

O Covid-19 trouxe profundas transformações para o mercado. Agora, em meio à pandemia, empresas e consumidores se veem forçados a mudar hábitos de venda e consumo. Nesse sentido, as vendas pela internet têm crescido significativamente e servido como principal alternativa para o empresário, que viu seu negócio ficar de portas fechadas por um longo período, bem como para o consumidor que, sem poder sair de casa, precisou utilizar meios virtuais para adquirir produtos e serviços.

A retomada das atividades do comércio que, aos poucos, vem acontecendo traz um respiro ao empresário, mas, ao mesmo tempo, traz também a necessidade de se readaptar e readquirir a confiança no cliente e no mercado para poder recuperar o que foi perdido. Agora, é o momento de investir com precisão e segurança, e isso só acontece conhecendo bem o terreno onde se está pisando.

Assim, nesse novo cenário em que os donos de empresas precisam não só manter seus clientes antigos, como conquistar novos, conhecer bem o perfil de seu público pode fazer toda a diferença na hora de realizar ações rápidas e eficientes com o objetivo de aumentar os lucros.

Dados qualificados possibilitam realizar ações mais eficientes.
Com o intuito de auxiliar as empresas nesse novo desafio de conhecer o mercado e seu público-alvo, o SPC Brasil disponibiliza o marketing service através do SPC Dados, que, integrando tecnologia, como a inteligência artificial, smart data, machine learning, e processos de captura e armazenamento de dados, disponibiliza um conjunto de informações sobre os consumidores aos empresários, permitindo que conheçam detalhes sobre seus clientes para realizar ações mais precisas e eficientes.

Por meio dessas soluções, é possível identificar características específicas dos clientes, definindo um mailing 100% segmentado e encontrar aqueles que realmente tem potencial para consumir produtos e serviços de determinada empresa, dando ao empresário total autonomia na escolha do público que deseja alcançar. Além disso, permite enriquecer o preenchimento de dados faltantes em um mailing e tratar a base de dados, o que facilita a vida do empresário na hora de realizar ações de relacionamento.

Em um momento como este, em que o comércio ainda sofre as consequências de uma pandemia, essas soluções possibilitam a expansão de seu negócio para novos públicos, a fidelização de antigos clientes e o fortalecimento das relações a longo prazo. E conhecendo a carteira de clientes de forma qualificada, fica muito mais fácil criar conexões de maneira adequada, no tempo certo para realizar ações de sucesso.

Por: Varejo S.A

Compartilhe Esta Postagem

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Assine a nossa newsletter

Receba atualizações e aprenda com os melhores

Mais para explorar

Deseja Saber Mais Sobre Nossas Soluções

Vamos Conversar

© 2020 CDL Serra - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por

REABERTURA GRADUAL DO COMÉRCIO ANIMA SETOR DE ESTÁGIO NO ES

REABERTURA GRADUAL DO COMÉRCIO ANIMA SETOR DE ESTÁGIO NO ES

A Retomada Das Atividades Pelo Comércio E O Baixo Custo Para Manter O Estagiario Prometem Impulsionar Novas Contratações.

Para aqueles que buscam no estágio a oportunidade para se inserir no mercado de trabalho, aí vai uma boa notícia. Com a reabertura do comércio, ainda que com algumas restrições, o setor está otimista na retomada das contratações. É o pensamento de empresas e organizações de encaminhamento de estágio.

Uma delas é o Instituto Formar, que tem visto uma procura maior pelas empresas em se tornarem parceiras. “As empresas tem procurado se regularizar frente ao estágio. O fato de terem escutado elogios sobre o nosso trabalho também contribuiu para que nos procurassem”. Afirma Kamila Sales, coordenadora de estágio. Além disso, a organização tem visto o número vagas de estágio, para maiores de 18 anos, aumentar, principalmente na área comercial e administrativa. De acordo com Kamila, a preferência pelo estagiário tem a ver com alguns atrativos, desde a oportunidade de adequá-lo ao padrão do contratante até o baixo custo da contratação.

Grupo Nacional Peças, que implementa essa política de contratação há mais de 20 anos, sabe das vantagens de contar com estagiários na empresa e também reconhece a importância da parceria com uma organização de encaminhamento de estágio. “A contratação de estagiários nos permite capacitar futuros profissionais e descobrir novos talentos. O Instituto Formar, além de pré-selecionar o jovem, por meio da entrevista, nos orienta sobre atualizações na legislação que trata dos jovens aprendizes e estagiários”. Reforça Thiago Martinelli, coordenador do Grupo Nacional Peças.

ESTÁGIO NA PANDEMIA –

Com mais de 16 mil jovens cadastrados no seu banco de dados, o Instituto Formar viu o número de estagiários inseridos nas empresas e órgãos cair 30% nos últimos cinco meses. O corte nos custos, a facilidade de rescisão de contrato de estágio e a Nota Técnica nº 5 da Anvisa, que trata das condições sanitárias no local de trabalho e que proíbe o acesso de menores de 18 anos nestes locais, foram decisivos para a diminuição do número de estagiários contratados.

O coordenador do Grupo Nacional Peças, Thiago Martinelli, afirma que a não contratação de menores tem sido o maior desafio da empresa nesse período de pandemia. “90% das vagas de estágio oferecidas por nós são voltados a candidatos do Ensino Médio, com idade entre 16 e 17 anos. ”

Segundo Kamila Sales, coordenadora de estágio do Instituto Formar, cada empresa tem adotado uma medida diferente em relação ao contrato com os estagiários.  “Há empresas que o mantêm em casa de forma remunerada, outros optaram por rescindir o contrato. Também temos casos de estarem em home-office ou em que a empresa oferece o transporte da empresa”.

estudante de Ensino Técnico, Andreza André, de 23 anos, é estagiária na área administrativa há seis meses e já tem vivido a experiência de trabalhar durante a pandemia. “O momento é diferente da rotina que estava acostumada. Porém, sigo tranquila e tomando os devidos cuidados”.

Apesar da situação, a coordenadora afirma que o estágio ainda é a porta de entrada ideal para o mercado de trabalho e faz um apelo de incentivo em favor do estudante em período de aprendizado. “Esperamos que as empresas olhem para o estágio como uma ferramenta para o processo de contratação, ensinando os valores e ideais da empresa”.

Em Brasília, o Projeto de Lei 3281/20, apresentada na Câmara dos Deputados de autoria do parlamentar Benes Leocádio (Republicanos-RN), isenta de contribuição previdenciária por 36 meses, caso o empregador converta o contrato de estágio em emprego. O objetivo da proposta é incentivar a contratação na pandemia.

– SOBRE O ESTÁGIO –

O estágio profissional é o primeiro passo para o jovem estudante se inserir no mercado de trabalho, adquirindo experiência e conhecimentos na área que pretende atuar. Andreza André, estagiária do setor administrativo há seis meses, comemora a oportunidade de aliar teoria com a prática. “Também temos a chance de conhecer a área escolhida e definir se a escolha do curso foi bem-sucedida”.

E é através de organizações de encaminhamento de estágio, que essa transição da escola para o mercado de trabalho acontece de forma mais adequada. Os perfis dos estudantes são traçados e encaminhados à vaga que mais se encaixam. Além disso, podem refletir sobre o valor do trabalho para a vida e para a realização dos sonhos. A coordenadora de estágio do Instituto Formar, Kamila Sales, acrescenta: “É um período de aprendizagem e de desenvolvimento pessoal e interpessoal do aluno, onde o aspecto pedagógico e protetivo supera o caráter produtivo na relação instituição-estudante-empresa”.

Empresas e, sobretudo, a sociedade também saem favorecidas com esta relação. Kamila cita alguns benefícios. “As empresas e órgãos contam com um baixo custo na contratação, além de promover o aprendizado, o vínculo social e a identidade do jovem. Já a sociedade ganha com a redução da vulnerabilidade social, já que o aluno se sente valorizado, responsável e capaz de construir uma identidade e construção pessoal. Salienta, ainda, que o processo de estágio também desenvolve a cidadania, promovendo a transformação social contínua nas comunidades onde atua. 

Vale lembrar que as organizações de encaminhamento de estágio não possuem fins lucrativos e visam capacitar e inserir jovens no mercado de trabalho. Além disso, são regidas pela Lei de Estágio nº 11.788, de 2008.

Por Victor Alvarenga

Compartilhe esta postagem

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Assine a nossa newsletter

Receba atualizações e aprenda com os melhores

Mais para explorar

Deseja Saber Mais Sobre Nossas Soluções

Vamos Conversar

© 2020 CDL Serra - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por

Semana Brasil já está Disponibilizando as Artes da Campanha

Semana Brasil já está Disponibilizando as Artes da Campanha

O site oficial da Semana Brasil 2020 oferece material de divulgação para os empresários customizarem lojas e redes sociais

Com início marcado para o dia 3 de setembro, a Semana Brasil 2020 promete unir empresários de todo o país em uma ação com descontos especiais. Para isso, o governo disponibilizou aos empresários interessados em aderir ao projeto as campanhas e todo o material de divulgação necessário para customizar as lojas participantes. Além disso, o empresário encontra as artes para divulgação em sites, redes sociais e e-commerce.

No site www.participesemanabrasil.com.br estão disponibilizadas mais de 12 opções de campanhas, com as artes oficias do projeto para download, além de vinhetas, opção de personalização com a marca da empresa interessada e temas promocionais.

Criada para aliar o espírito patriótico da semana de 7 de setembro com incentivos e descontos para pequenos, médios e fortes comerciantes, a Semana Brasil de 2020 já contava com a adesão de 83 associações do comércio varejista em seu lançamento, no dia 4 de agosto.

Gigantes do comércio de diferentes setores, como alimentação, eletrônicos e eletrodomésticos, computadores, móveis, produtos de higiene e limpeza, cosméticos, alimentação e material esportivo aderiram à campanha e devem participar contribuir para o acúmulo das vendas e a circulação da economia. A campanha ocorre entre os dias 03 e 13 de setembro, e deve mobilizar significativo parte do setor.

Criada originalmente pela Secretaria de comunicação do Governo Federal (Secom) em 2019, a semana Brasil será coordenada este ano pela instituição para Desenvolvimento do mercado (IDV). Segundo números levantados pela Ebit/Nielsen, o aumento em transações online durante o evento no ano passado foi de 41%. “Estamos mobilizando todo a batida para buscar as melhores formas de viabilizar as ações promocionais. Esta é uma ação plenamente suprapartidária, que trará benefícios para a economia do país como um todo”, afirma o conselheiro do IDV, Marcos Gouvêa de Souza.

O slogan da campanha de 2020 é “Todos juntos com segurança pela reconquista e o emprego”, e a iniciativa foi pensada para ser a primeira data comemorativa da varejadura após a reabertura do comércio, que sofre restrições desde março.

Compartilhe esta postagem

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Assine a nossa newsletter

Receba atualizações e aprenda com os melhores

Mais para explorar

Deseja Saber Mais Sobre Nossas Soluções

Vamos Conversar

© 2020 CDL Serra - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por

CNDL pede aos líderes do Sistema mobilização pela aprovação da MP 944

CNDL pede aos líderes do Sistema mobilização pela aprovação da MP 944

CNDL pede aos líderes do Sistema mobilização pela aprovação da MP 944.

MP 944 institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL) convoca todas as entidades e líderes que compõem o Sistema CNDL para uma mobilização nacional pela aprovação do PLV 20/2020 (oriundo da MP 944/2020), que abre crédito para pequenas e médias empresas garantirem o pagamento de salários ou de dívidas trabalhistas.

A análise e votação do projeto, que foi aprovado e alterado pelo Senado Federal, voltou à Câmara e estava inicialmente prevista na pauta desta semana. Contudo, a matéria não foi votada por falta de consenso quanto as emendas apresentadas pelo Senado, assim a Medida Provisória corre o risco de perder a vigência e caducar em 31 de julho.

A proposta é uma das mais importantes medidas econômicas para o combate à crise resultante da COVID-19, isso porque, tem como principal objetivo garantir a empregabilidade da população brasileira, por meio de uma linha de crédito que possibilita que o empresário financie a totalidade da folha de pagamento pelo prazo de dois meses, limitadas ao valor equivalente a até duas vezes o salário-mínimo por empregado.

Inquestionavelmente a matéria deve ser aprovada, o quanto antes, pelo Congresso Nacional. Contudo, no Senado Federal durante análise do PLV 20/2020,  foi inserido ao texto, por emenda, o artigo 18-A, que possibilita a averbação do protesto em matrícula de imóveis ou anotação em órgãos ou centrais de registro de veículos e de outros bem móveis, mediante solicitação dos credores por diretamente ou por intermédio da Central Nacional de Serviços Eletrônicos. Evidentemente o trecho é estranho ao objetivo principal da MP e irá causar um desequilíbrio para o setor de comércio e serviços, e irá facilitar o protesto, ou seja, aumentar ainda mais o número de protesto contra o setor que já se encontra bem prejudicado nessa pandemia.

Caso essa emenda seja aprovada, a averbação extrajudicial, prevista no artigo 18-A, através das taxas e dos emolumentos decorrentes do protesto pode, muitas vezes, ultrapassar o valor do débito e onerar indevidamente o patrimônio do devedor. Esse ato deve ser objeto de determinação judicial, e não por mera solicitação do credor ou apresentante do título.

Neste sentido, a CNDL defende a aprovação do Projeto de Lei de Conversão 20/2020 (MP 944/2020), nos termos do texto aprovado inicialmente pela Câmara dos

Compartilhe esta postagem

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on email

Assine a nossa newsletter

Receba atualizações e aprenda com os melhores

Mais para explorar

Conhecer os Clientes para Recuperar Lucros

Conhecer Melhor o Cliente Pode Ser Estratégia Fundamental Para Recuperar Lucros Neste Período de Retomada do Comércio. O Covid-19 trouxe profundas transformações para o mercado.

Deseja Saber Mais Sobre Nossas Soluções

Vamos Conversar

© 2020 CDL Serra - Todos os direitos reservados

Desenvolvido por

Nova Varejo S.A é totalmente digital e com informações diárias.

Nova Varejo S.A é totalmente digital e com informações diárias

Plataforma foi lançada na manhã de hoje em live com o presidente da CNDL, José César da Costa

O processo de transformação digital chegou a Varejo S.A. A publicação mensal da CNDL, que antes era impressa, passou a ser totalmente digital. O lançamento da nova plataforma aconteceu na manhã de hoje (20), e contou com a participação do presidente da CNDL, José César da Costa.

“Transformar a Varejo S.A. em uma grande plataforma de informações para o setor varejista é um sonho que nos acompanha há algum tempo. Finalmente o projeto se materializou, resultado de muito trabalho e empenho da nossa equipe. A nova Varejo S.A está mais moderna, ágil e criativa, trazendo conteúdo relevante para o nosso setor”, disse Costa.

Dividido por editorias como “Fatos e Dados”, que traz notas do setor de comércio e serviços e pesquisas de comportamento do varejo, e “Tendência e inovação”, que explora tecnologias aplicadas ao varejo, o Portal da nova Varejo S.A, disponibilizará matérias e informações com análise e profundidade.

“O portal não tem a pretensão de ser um site de notícias, mas um espaço onde empresários, líderes, autoridades do poder público e consumidores se encontrarão para ensinar, aprender e trocar informações preciosas do setor”, explicou o gerente de projetos da CNDL, Daniel Sakamoto.

Para o editor-chefe da Varejo S.A, Humberto Viana, os principais pilares do projeto são o desenvolvimento do varejo e o fortalecimento do associativismo.

“A gente vai buscar conteúdo relevante para ajudar empresários e empreendedores a desenvolverem e impulsionarem suas empresas. Além disso, temos todo um sistema associativista que vai encontrar eco em nossas páginas”, completou Viana.

© 2020 CDL Serra • Todos os Direitos Reservados.

Desenvolvido por

Leitura: “O mundo pós-pandemia” vai muito além do comércio

Livro lança luz para os efeitos da Covid 19 em áreas como as artes, a gastronomia, a televisão e até no humor.

Já não há dúvidas: nosso tempo se dividirá entre o antes e o depois da Covid-19. De fato, dificilmente houve acontecimento tão determinante neste século quanto a pandemia, e as consequências das recentes ações políticas, sanitárias e econômicas ainda mal começaram a ser vislumbradas. O que, portanto, devemos esperar para nosso futuro e o futuro das próximas gerações?

Parte das especulações, interpretações e deslumbramentos sobre o assunto estão no livro “O mundo pós-pandemia”, editado pela Nova Fronteira e organizado pelo advogado José Roberto Castro Neves. Para quem está torcendo o nariz para um tratado repleto de tabelas, gráficos e delírios políticos, pode correr para o abraço. O livro traz 50 textos abordando facetas pouco analisadas no noticiário.

Afinal, em que a pandemia afetará o teatro, a televisão, a gastronomia e até no humor? Sim! Essa bomba vai muito além do comércio e da saúde. E para responder sobre cada uma dessas áreas, José Roberto pinçou texto das maiores feras em atividade como José Bonifácio Sobrinho (falando sobre TV), Fernando Henrique Cardoso (gestão pública), Fernanda Torres (artes), Roberta Sudbrack (gastronomia) e Marcelo Adnet (humor).

Em comum, a ideia de que chegou a hora de sairmos da caixinha e, se possível destruí-la. Repare na observação de Adnet: “Temos a oportunidade de tirar a sociedade contemporânea da tomada e esvaziar os espaços, renovar o ar, revisar as gavetas, os projetos, o sentido da vida — colocar as coisas em seu devido lugar.” Se for para melhor, vamos nessa!

© 2020 CDL Serra • Todos os Direitos Reservados.

Desenvolvido por

Caixa e Sebrae criam linha de crédito de R$ 7,5 bi para micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano

A Caixa Econômica Federal (Caixa) anunciou, hoje (20), um convênio com o Sebrae para oferecer crédito a micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI). A medida será operacionalizada por meio do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae, e que oferece as garantias complementares.

A medida foi uma das demandas levadas pela CNDL ao governo federal em busca de apoio as micro e pequenas empresas com faturamento inferior a 360 mil ao ano, pelas quais ainda não tinham sido alcançadas pelas linhas de crédito anteriormente anunciadas, diante da crise causada pela COVID-19.

Para o presidente da CNDL, José César da Costa, anúncio da linha de crédito específico traz alívio ao setor, mas, precisa chegar com rapidez aos empresários, sobretudo aos micro e pequenos negócios, que representam mais de 90% das empresas do país.

“As medidas precisam chegar na ponta, principalmente aos micro e pequenos empresários. Ações importantes têm sido anunciadas, mas o empresário está aflito sem saber como e quando essa ajuda do governo vai chegar. Celeridade nesse momento é fundamental para a manutenção das empresas e de postos de trabalho”, destaca Costa.

De acordo com a Caixa, os empresários terão prazo de carência de até 12 meses para começar a pagar com taxas até 41% menores que as usuais do banco.
O microempreendedor individual poderá contratar até R$ 12,5 mil, com carência de 9 meses e prazo de amortização de 24 meses. A taxa de juros será de 1,59% ao mês.

Já as microempresas poderão contratar até R$ 75 mil, com carência de 12 meses e prazo de 30 meses. A taxa será de 1,39% ao mês.

As empresas de pequeno porte poderão contratar até R$ 125 mil, com carência de 12 meses e prazo de 36 meses. Os juros serão de 1,19% ao mês.

Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, a oferta de crédito pode atingir 42 milhões de pessoas. As micro e pequenas empresas e MEI interessados no acesso aos recursos devem acessar o portal da Caixa para manifestar o interesse.

“Vamos fazer um crédito assistido, que vai ser acompanhado administrativamente pelo Sebrae e pela Caixa Econômica”, disse Melles.

Como solicitar o crédito? CLIQUE AQUI e descubra!

Fonte: http://site.cndl.org.br/

Pequenas e médias empresas: como sobreviver ao Coronavírus (COVID-19)?

Os impactos do coronavírus para empresas menores podem ser amenizados. Veja o que fazer:

Os impactos do coronavírus na economia já são gigantescos, mas ainda não se sabe por quanto tempo a quarentena será necessária e qual será a extensão dos danos no longo prazo dessa parada forçada. Um fato é certo mesmo ainda no começo desse caminho desconhecido: será um grande desafio e com impactos imediatos, já que muitas empresas fecharam suas portas indefinidamente para o isolamento.

Nesse momento turbulento, a saída é usar artifícios que sempre fizeram parte da gestão do pequeno empresário, como criatividade, flexibilidade e muita resiliência. E, claro, em caso de necessidade, utilizar a poupança de emergência. “Ela deve ser usada com muito cuidado neste momento, apenas para cobrir os gastos inadiáveis. Se acabar, a saída é recorrer ao crédito bancário. Mas lembre-se: nada de cartão de crédito ou cheque especial”, diz Marcela Kawauti, economista-chefe do SPC Brasil.

Separamos abaixo algumas dicas para sua empresa sobreviver a este momento de instabilidade:

Redes sociais para vender

O uso intensivo das mídias sociais já é uma realidade para uma parcela significativa das pequenas empresas, que veem nelas um canal barato, de fácil utilização e que permite um contato direto com os clientes.

Com os impactos do coronavírus, é hora de utilizar esse canal ainda mais como uma plataforma de vendas. Para aumentar a visibilidade de seu negócio, além de patrocinar posts, você pode pensar em ações online que presenteiem o cliente. Academias, por exemplo, estão abrindo as aulas de maneira online para clientes e não clientes. Ao fim da quarentena, essa ação terá efeitos de prospecção.

Lembre-se: todo mundo está em casa, então o uso das mídias sociais provavelmente crescerá exponencialmente.

Delivery: opção para quem vende produtos

As empresas estão com as portas fechadas pela quarentena, mas nem por isso precisam parar de produzir e oferecer seu produtos. O delivery vem sendo uma solução prática e interessante para manter os clientes satisfeitos e conseguir segurar o fluxo de caixa.

Alguns setores, como o de alimentação rápida, podem experimentar até crescimento de faturamento nesse momento.

Quem já trabalha com entregas deve reforçar o cuidado e criar um protocolo de higiene para proteger do vírus os clientes e os funcionários do delivery.

Busque parcerias

As pequenas empresas podem apostar nas parcerias para tentar passar pela turbulência econômica na época do coronavírus. Uma padaria pode se juntar a outros fornecedores e montar uma cesta de café da manhã para entrega delivery ou para sorteio entre clientes que pedirem comida nessa modalidade, divulgando todas as marcas.

Pacotes de vendas

Quem trabalha com serviços ou venda de produtos pode apostar na divulgação de pacotes de venda para conseguirem adiantamento financeiro. Um salão de cabeleireiro, por exemplo, tem a opção de oferecer um pacote com cortes futuros (2, 3, 4) mediante um desconto para pagamento à vista.

Os cartões-presente também são úteis: o cliente pode comprá-los agora, com desconto, e deixar para usá-los mais à frente. Há várias alternativas que podem ser consideradas de acordo com o ramo do negócio.

É sempre importante lembrar que essas são medidas emergenciais para o fluxo de caixa não sofrer tanto no momento atual, mas que futuramente pode também haver impacto com essa antecipação de receitas. A boa gestão financeira será mais importante do que nunca.

Vendas online

Assim como o delivery, as vendas por e-commerce devem crescer muito com a quarentena obrigatória. Se você ainda não tem um site de vendas online, uma opção é enviar listas de produtos por e-mail ou Whatsapp com fotos e preços e tentar fazer a venda à distância.

Para quem já possui a estrutura de comércio eletrônico, a hora é de aumentar a atenção e oferecer o máximo possível de segurança, informações e facilidade para fechar os pedidos.

Trabalho remoto

Nem todos os ramos de pequenos negócios podem seguir o conselho de deixar a equipe em trabalho remoto, mas a ideia é muito boa e eficaz na época da quarentena. Hoje, há diversos programas e aplicativos que ajudam na gestão de tarefas, controle de acesso e compartilhamento de trabalhos online.

Além disso, pode ser uma boa experiência e uma oportunidade pra fazer do home office um dos métodos de trabalho adotados pelas empresas mesmo depois desse período.

Cortes de custos

Considere substituir matérias-primas ou insumos, caso tenham peso grande em seu orçamento, e tenha atenção também aos custos fixos, às vezes, deixados de lado porque já “estão no DNA” da empresa. Muitas vezes, há espaço para redução.

Negocie com fornecedores

Além da redução de custos, a negociação com fornecedores será inevitável para os pequenos e médios empresários. O aperto econômico vem em efeito cascata, então, o fornecedor certamente já sabe das dificuldades do mercado e precisa ser maleável com prazos, valores ou atrasos.

De olho nas dívidas e nos prazos

No dia 16 de março, a FEBRABAN emitiu um comunicado dos 5 maiores bancos do país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú Unibanco e Santander) com o comprometimento de atender solicitações de aumento de prazo para pagamento de dívidas. A prorrogação será de 60 dias após os vencimentos originais das dívidas de clientes pessoas físicas, micro e pequenas empresas, abrangendo os contratos já em vigor.

As empresas devem entrar em contato com os bancos utilizado para conhecer as condições e como aproveitar a prorrogação de prazo. As regras são diferentes para cada instituição financeira.


“Os micro e pequenos negócios, em geral, não tem fôlego para sobreviver muito tempo em uma situação como essa, em que o fluxo de caixa fica interrompido pela falta de demanda. Sendo assim, pode ser inevitável a falta de dinheiro para pagar as contas. Se isso acontecer, a melhor saída é negociar com o credor. Aproveite o adiamento dos prazos para ter um pouco mais de fôlego”, recomenda Marcela.

Aproveite as sinalizações do governo

As atualizações são quase diárias em relação a pacotes e medidas com reflexo econômico propostos pelo Governo. Para os pequenos empresários, a prorrogação do Simples Nacional foi anunciada no último dia 18. Há ainda prorrogação do pagamento de FGTS e uma medida provisória que altera temporariamente as relações entre patrão e funcionário.

Fique atento – acompanhe as medidas divulgadas nos portais oficiais e saiba qual a melhor forma para direcionar os esforços e passar por essa fase da melhor forma possível.

Fonte: meubolsofeliz.com.br

Sistema CNDL defende medidas necessárias para o setor durante pandemia do novo coronavírus

A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), exercendo o seu papel de representante de mais de 500 mil empresas em todo o País, tem atuado junto ao Ministério da Economia (ME) na busca por medidas emergenciais econômicas, tributárias e trabalhistas que possam, de alguma maneira, enfrentar os impactos da pandemia do coronavírus.

Nesse momento de crise nacional, é fundamental o alinhamento dos governos municipais, estaduais e federal em busca de caminhos que diminuam o impacto no setor de comércio e serviços. Sem uma resposta do governo, o endividamento das empresas causará o fechamento de milhares de negócios e consequentemente de postos de trabalho.

Entre as demandas em discussão com o governo federal destacamos:

Tributárias

  • Suspensão da cobrança do ISS e ICMS sobre a comercialização de produtos e serviços, por 4 meses, para as micro e pequenas empresas. Com o pagamento desses impostos após esse prazo e em seis parcelas, sem a incidência de juros ou multa. A Resolução n. 152/2020 do CGSN não contemplou os incisos VII e VIII do art. 13 da LC 123 que tratam do ICMS e ISS.
  • Suspensão de 50% do valor devido de impostos sobre a comercialização de produtos e serviços, por 4 meses, para as demais empresas. Com pagamento dos impostos remanescentes após esse prazo em seis parcelas, e sem a incidência de juros ou multa.
  • Suspensão pelo prazo de 4 meses do pagamento das parcelas das dívidas já negociadas com o governo (REFIS). O pagamento das parcelas suspensas se dará por meio da extensão do prazo originalmente acordado.
  • Suspenção da execução dos protestos em cartório pelo prazo de 60 dias sem a incidência de multa e juros.
  • Suspender a multa pelo atraso no encaminhamento das informações referentes as obrigações acessórias federais com vencimento a partir de março. Dentre elas, destacamos: EFD Contribuições, EFD-Reinf, eSocial, CAGED, SEFIP/GFIP, DCTFWeb, DME, DCTF Mensal, PGDAS, RAIS, DEFIS, ECD, ECF, DEFIS, DASN SIMEI.
  • Permitir às empresas abater no recolhimento do IR as despesas médicas e hospitalares realizadas junto aos funcionários decorrentes do diagnóstico e tratamento do coronavírus, quando comprovação do nexo causal.
  • Postergar o prazo para entrega de declarações relativas aos tributos estaduais e a suspensão dos prazos para prática de atos processuais no âmbito das secretarias de Estado de Fazenda por até 4 meses. Com o fechamento dos estabelecimentos pelos governos local ou estadual alguns empreendimentos terão dificuldades em cumprir os prazos estabelecidos.
  • Suspenção da cobrança da entrega e do vencimento das obrigações acessórias relativas à apuração de tributos estaduais por até 4 meses.
  • Suspenção do pagamento do IPTU com pagamento dos recursos remanescentes em 2021, em 12 parcelas, sem multas ou juros.

Manutenção dos Postos De Trabalho

  • Suspensão do Contrato de Trabalho por pelo menos 4 meses com acesso pelos trabalhadores ao seguro desemprego pelo período da suspensão nos lugares onde houver interrupção das atividades econômicas por decisão do governo local, estadual ou federal de forma a evitar um enorme impacto social negativo. Com a participação do empregado em curso ou programa de qualificação profissional.
  • Permitir acordo individual para paralisação parcial garantindo 50% da remuneração ao empregado envolvido, com parte dos recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
  • Permitir a redução da jornada de trabalho em até 50%, com redução proporcional dos salários, por meio de acordo individual, mantendo-se a proteção do trabalhador contra dispensa imotivada. Ao final do período de calamidade pública a jornada e os salários voltam à situação previamente acordada.
  • Redução de 50% na contribuição do sistema “S”, mantendo-se o percentual previsto de repasse de recursos para o SEBRAE.
  • Conceder aos empregados com casos confirmados de COVID-19, independentemente dos 15 dias de reclusão, o Auxílio Doença Previdenciário (B31) por meio da Previdência/INSS, sem necessidade de perícia médica, de forma que INSS passe a arcar com os custos imediatamente após a confirmação de contágio.
  • Possibilitar que os Acordos e Convenções Coletivas vigentes e que estejam por vencer, em negociação ou próximo da negociação, possam ser prorrogadas, pelo prazo de até 4 meses.

Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)

  • A prorrogação, pelo mínimo de mais 2 anos, da data de início de vigência da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD (Lei Federal n. 13.709/18), possibilitando assim, a reorganização da sociedade e, em especial, para que as Micro e Pequenas Empresas possam se recuperar e se ajustar adequadamente aos princípios e diretrizes estabelecidos por esta nova legislação.

Serviços Essenciais e Saúde

  • Redução de impostos com repasse para os empreendimentos consumidores incidentes sobre os serviços de concessão pública como água, energia e telefone.
  • Utilização das farmácias como ponto de vacinação contra gripe de forma e a reduzir a aglomeração de pessoas nos postos de saúde.
  • Reduzir as alíquotas de ICMS e ICMS-ST para os produtos de consumo básico e primeiras necessidades (alimentos, bebidas, limpeza, higiene e cuidados pessoais) por 4 meses.

Fomento à Manutenção das Empresas

  • Oferta de linhas de crédito com condições diferenciadas junto ao BNDES, BB ou CEF com a intenção de auxiliar os setores de comércio e serviços, notadamente as micro e pequenas empresas.
  • Pagamentos das linhas de crédito concedidas a longo prazo, com carência mínima de 12 (doze) meses, com taxas reduzidas e diferenciadas das existentes no mercado.
  • Os recursos poderão ser utilizados no pagamento de aluguéis, serviços de concessão pública, encargos e capital de giro.

Medidas já pleiteadas e aprovadas pelo Governo Federal

  • Suspensão do recolhimento do FGTS pelo prazo de 4 meses. O pagamento dos valores devidos se dará em 6 parcelas após esse prazo.
  • O Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) prorrogou os tributos federais do Simples Nacional, por meio da Resolução CGSN nº 152 de 18 de março de 2020. A prorrogação foi concedida para os tributos que vencem em 20 de abril, maio e junho, e os novos vencimentos foram fixados para outubro, novembro e dezembro de 2020. Essa prorrogação é válida também para o MEI, que é um subconjunto do Simples Nacional. O problema é que os valores do ICMS e do ISS ficaram fora dessa dilação de prazo.
  • Flexibilização da legislação do teletrabalho (home office). Quanto à formalização de regime de trabalho remoto, sendo desnecessária celebração de termo aditivo exigido pelo art. 75-C da CLT, podendo ser estabelecido o regime do trabalho remoto por meio de norma interna da empresa, com facilitação do expediente.
  • Tornar orientativas as auditorias e fiscalizações do Ministério da Economia, Secretária do Trabalho e outros órgãos do executivo durante o período de crise.
  • Flexibilizar os treinamentos previstos em NR, bem como prorrogação da validade dos treinamentos vigentes que estejam vencendo nos próximos meses.
  • Edição de medida que possibilite o empregador conceder férias coletivas aos funcionários, dispensando a comunicação ao órgão local do Ministério do Trabalho e a antecedência mínima de 15 dias.
  • Permitir a antecipação de férias individuais, mesmo fora do período aquisitivo, e suspensão da obrigatoriedade do aviso de férias de 30 dias.
  • Permitir a troca de horários – mudanças de turno – de empregado com redução no tempo mínimo de comunicação feita pela empresa estabelecido em lei.
  • Permitir criação de regime especial de banco de horas, mediante acordo entre empregados e empregadores, sendo as horas compensadas com trabalho posterior, ao longo um ano, sem a necessidade de ACT e CCT.
  • Suspensão dos pagamentos de empréstimos contraídos junto às instituições financeiras, públicas e privadas, pelo prazo de 60 dias. O pagamento das parcelas suspensas se dará por meio da extensão do prazo originalmente acordado, sem acréscimo de juros e correção monetária.

Fonte: http://site.cndl.org.br/